Coroa do Meio terá que esperar recurso federal para revitalização

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As ruas localizadas entre as avenidas Santos Dumont e Mario Jorge, no bairro Coroa do Meio, continuam sem obras de saneamento desde o surgimento da área residencial – há aproximadamente 20 anos. Os resultados são matagais, poças e pequeno tráfego de pedestres e veículos, que originam mosquitos, doenças e aumento de criminalidade.

Rua Euclides Góis
Quem chega à região irá se deparar com muita poeira e buracos, além dos inúmeros e imensos terrenos baldios. Um dos exemplos é a rua Euclides Góis que contém poças de lama por sua extensão e matagal de grande proporção á beira da rua. 

Entre os poucos moradores encontrados em suas residências, a dona de casa Maria José da Silva, comentou que quando comprou um apartamento de frente a um terreno baldio esperava que as obras de saneamento já estivessem sido iniciadas. “É uma vergonha para a cidade de Aracaju ter tantas ruas, em muitos bairros, sem serem asfaltadas. Uma das questões mínimas de uma cidade que se desenvolve”, comenta.

Criado há 16 anos, a Associação de País e Amigos do Deficiente Auditivos (Apada-SE) situa-se há 12 na rua Renato Fonseca de Oliveira. Na época em que foi instalada, poucas residências erguiam-se na localidade.

Maria Maynard
A fundadora, Maria Lígia Maynard, lembra que na época ainda estava sendo implantada a rede de esgoto. O que hoje, como explica, “nunca houve uma ligação das redes com a sede e as residências”. “O serviço continua precário. Na época em que decidiram fazer as instalações de esgoto e asfáltico era considerada uma grande obra de benefício. O que acontece hoje é que pouca coisa mudou. Desde que o atual Governo assumiu já ouvimos falar em ‘revitalização’”, explica Maria Maynard.

De acordo com o assessor de comunicação da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), Ademar Queiroz, há quatro anos foi encaminhado ao Ministério das Cidades o projeto de revitalização da área que abrange tanto o bairro Coroa do Meio, quanto Atalaia, valor estimado em aproximadamente R$ 25 milhões.

A aprovação do projeto de revitalização, que inclui a rede de pavimentação e drenagem, “poderá vir a qualquer momento” como explica o assessor da Emurb. “enquanto isso são realizadas medidas paliativas para os moradores da região. Como forma de amenizar a situação”, diz.

 


 

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