Corpo decapitado: polícia monta quebra-cabeça

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A morte brutal do jovem deixou os familiares indignados (Foto: Reprodução/ Arquivo Portal Infonet)

A morte do jovem Kévio Alves Nunes, de 19 anos, que foi encontrado decapitado na praia do Sarney, continua sendo investigada pela Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). Com a saída do delegado Everton Santos, a informação é que o caso ficará sobre a responsabilidade do delegado Flávio Albuquerque.

O desafio da polícia é descobrir onde o jovem foi assassinado, quantas pessoas participaram do crime e a motivação. O jovem que só foi reconhecido por familiares por conta das tatuagens pode ter sido assassinado por briga de torcida organizada e envolvimento com drogas.

Até o momento a polícia não fala sobre o possível autor do homicídio, mas os familiares desconfiam que Kévio pode ter sido atraído por um suposto colega para a cena do crime. A cabeça também não foi localizada. A informação de parentes é que Kévio saiu de casa na última quarta-feira, 16, e não deu notícias sobre o paradeiro. Familiares ainda chocados com a violência pedem Justiça.

 

Por Kátia Susanna

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