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(Foto: Arquivo Infonet) |
O corpo do vigilante Joseval Moraes Barros, 36 anos, foi liberado na manhã desta sexta-feira, 19, no Instituto Médico Legal (IML). O Sindicato dos Vigilantes lamentou a morte do vigilante, que foi alvejado na última quinta-feira, 18, no município de Ribeirópolis.
O irmão do Vigilante Joseval Moraes esteve nesta manhã no IML para liberar o corpo. Joseval morava em Nossa Senhora Aparecida, mas trabalhava há um ano na agência dos Correios em Ribeirópolis. “Ele trabalha como vigilante só há um ano e infelizmente aconteceu essa fatalidade. Só queremos que a justiça seja feita e os autores sejam localizados”, diz José Carlos.
Segundo o presidente do sindicato, Reginaldo Gonçalves, a morte do vigilante foi uma fatalidade. “Há muitos postos que é uma negação, mas nesse caso foi uma fatalidade. Vamos tentar conversar com a Polícia Federal para que uma portaria seja baixada delimitando a quantidade de vigilantes por espaço, pois muitos profissionais que exercem outras funções além da segurança”, afirma.
O presidente do Sindicato dos Vigilantes reclamou da demora do IML para resgate do corpo do vigilante no município de Ribeirópolis. Segundo Reginaldo Gonçalves, o homicídio aconteceu por volta das 14h e às 19h quando o mesmo se dirigiu até o IML para prestar solidariedade à família o corpo não tinha chegado. “Fiquei revoltado pela demora no resgate do corpo, pois às 19h o carro do IML nem tinha saído ”, reclama Reginaldo.
IML
O Instituto Médico Legal (IML) informou que como o corpo estava em um órgão federal, o IML só poderia recolher o corpo depois que a Polícia Federal liberasse o local, por isso a demora no resgate do corpo.
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