Corte de ponto

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Hoje promete ser um dia movimentado na área de Educação. O secretário Gilmar Mendes, em nota publicada na imprensa ontem, “convoca os profissionais da categoria do magistério público estadual para retomarem às atividades em suas unidades escolares. O não cumprimento dessa convocação implicará no corte da freqüência e demais sanções disciplinares previstas na legislação”. Por conta da ameaça do corte do ponto, os professores já decidiram: o movimento paredista continua. Não tem dia certo para acabar, até que o Governo do Estado atenda à exigência de um piso salarial em torno de R$ 315,00. O governador João Alves Filho, se as negociações entre hoje e amanhã falharem, pedirá à Justiça a declaração de ilegalidade da greve. O certo é que o governador gostaria de se ver livre deste problema, porque sabe que se os professores ganharem o reajuste na base do que está sendo proposto, todas as categorias vão exigir a mesma.

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