Cosil esclarece denúncia sobre o TTB

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O diretor presidente da Cosil – uma das mais respeitáveis empresas da área de construção civil no Estado de Sergipe, inclusive com atuação no mercado de São Paulo -, José Carlos Silva, reagiu irritado a uma pretensa afirmação de José Carlos Teixeira de que o Teatro Tobias Barreto teria um “erro de cálculo estrutural”. Foi a Cosil a empresa responsável pela construção do TTB e por ele chegou a receber prêmios. “Entregamos o teatro há quase dois anos e a Cehop nunca, jamais, em tempo algum, nos informou sobre erro de cálculo estrutural. Isso não existe. É impensável que algo assim esteja sendo passado adiante de forma leviana. A qualidade das obras da Cosil não se mede por uma só obra, mas pelas dezenas de obras espalhadas no Estado e fora dele. Não é à toa que a Cosil é uma empresa respeitada no Estado de São Paulo e receba prêmios pelas obras que faz lá”. Segundo ele, o que ocorre hoje é que o Teatro Tobias Barreto não tem manutenção. “O teatro está abandonado. Não há manutenção na parte elétrica, não há manutenção no sistema de ar condicionado, o teatro não tem sequer a presença de seguranças”, diz José Carlos Silva, ressaltando que ele próprio viu pessoas pulando no telhado do Teatro, para a colocação de um banner de publicidade. Ademais, como não há vigilância ou segurança, a garotada brinca de skate nos pisos à frente do Teatro, o que causa, naturalmente, estragos consideráveis. Sobre os cupins, disse que, tão logo foi informado da existência, mandou um técnico ao Teatro observar o que estava acontecendo. Descobriu-se que os cupins foram gerados em um madeirame velho, colocado no porão do Teatro. A orientação da Cosil foi para que toda aquela madeira fosse jogada fora, imediatamente. “A madeira do palco do teatro foi devidamente preparada para rechaçar a presença de cupins”, diz José Carlos Silva. Ao final da tarde de ontem, o empresário telefonou para o secretário de Cultura, José Carlos Teixeira, e este garantiu que não fez acusações relativas a erros de cálculos estruturais, até porque não teria condições de fazer isso. “Se o secretário da Cultura cancelou pautas no Tobias Barreto e deu desculpas deste tipo a empresários do show business, isso não tem a ver com a Cosil, que é uma empresa de responsabilidade e cônscia dos seus deveres. Lamento o que está acontecendo, lamento o abandono do Teatro Tobias Barreto, mas isto não tem nada a ver com a Cosil”, encerrou. Importante esclarecer que o texto divulgado ontem neste noticiário não atribuiu a nenhum empresário o desabafo do secretário de Cultura. Este esclarecimento vem a propósito de acusações feitas à dupla Mel e Solange de que teriam partido delas a informação. Este repórter, em momento algum, chegou a conversar com a dupla, a quem, de resto, há algum tempo não vê. A informação foi colhida junto a pessoas de responsabilidade, de quem, aliás, não temos porque desconfiar. Por Ivan Valença

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