Credenciamento de pipeiros pode ser feito até dezembro

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Os pipeiros tem até dezembro para fazer o credenciamento na Defesa Civil (Foto: arquivo ASN)

A Defesa Civil Estadual concluiu na última quinta-feira, 21, a primeira etapa de credenciamento dos carros pipas para atuação no transporte e distribuição de água potável para consumo humano, para atender os municípios sergipanos em Situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública. Ao todo 33 pipeiros estão aptos a atuar em Sergipe, caso sejam solicitados pelo Governo do Estado.

De acordo com diretor da Defesa Civil, cel. Luciano Queiroz, a etapa de credenciamento dos carros pipas é uma antecipação adotada pelo Estado para atender a necessidades futuras. “ Caso ocorra uma necessidade de o Estado contratar carros pipas para atuar nos municípios, já temos esses 33 carros pipas credenciados e aptos a atuar. Fazemos uma antecipação para adiantar o processo caso seja necessário utilizar esse tipo de serviço”, explica.

Cel. Queiroz explica que 33 pipeiros já estão aptos a atuar em Sergipe (Arquivo Portal Infonet)

O credenciamento, segundo Cel. Queiroz, continua aberto e pode ser feito por pessoas físicas e jurídicas até o dia 31 de dezembro. “ Nós estipulamos essa primeira data para ter um quantitativo de pipeiros credenciados, mas o processo segue aberto e quem tiver interesse pode se credenciar”, afirma.

A Operação Pipa é feita pelo Exército Brasileiro e atende aos municípios sergipanos com 58 carros pipas, levando água potável aos municípios sergipanos que estão em situação de emergência por conta da estiagem prolongada.

Atualmente existem 11 municípios sergipanos em situação de que foram homologados pelo Governo Estadual e/ou reconhecidos pelo Governo Federal. São eles: no Alto Sertão estão Canindé do São Francisco, Poço Redondo, Monte alegre, Porto da Folha, Nossa Senhora da Glória; no Agreste são os municípios de Carira, Pinhão, Frei Paulo e Nossa Senhora Aparecida; e no Centro-sul Tobias Barreto e Poço Verde. O município de Gararu está em processo de análise.

Por Karla Pinheiro

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