CRESS/SE discute situação de assistentes sociais em Assembléia

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Alunos e profissionais de Assistência Social participaram do encontro. (Fotos: Portal Infonet)
Eleger delegados para o Encontro Nacional CFESS/CRESS e discutir a situação dos profissionais de Assistência Social do Estado.  Foi com estes objetivos que o Conselho Regional de Serviço Social da 18ª Região (Cress/SE) realizou na tarde desta quinta-feira, 19, um encontro entre as categorias da classe na Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides).

Alunos e profissionais de assistência social participaram da assembléia. No encontro, foram repassadas aos assistentes sociais as discussões que ocorreram em nível da região nordeste dos Crees, além da escolha e preparo de três profissionais de serviço social para representarem o Estado de Sergipe, no Encontro Nacional do Conselho Federal de Serviço Social, que ocorre em Florianópolis (SC), ainda neste ano.

Carla Dória, vice-presidente do CRSS/SE
Segundo a vice-presidente da CRESS/SE, Carla Vanessa Dórea, o profissional de Serviço Social está inserido em todos os espaços e políticas públicas desenvolvidas em todo o país. “Temos que mobilizar a nossa categoria para que cada vez mais a gente consiga ocupar espaços, onde seja imprescindível a presença do profissional de serviço social. Até para que este profissional esteja de forma direta no processo da garantia dos direitos dos usuários que atendem”, explica.

Projeto Societário

Ele ainda conta que a assembléia também serve para a defesa de um projeto societário democrático para o Brasil, mais especificamente em Sergipe. “O diálogo

Andréa Dantas, assistente social
precisa ser fortalecido a cada dia, para que a própria categoria ganhe forças e garanta, não só o direito do grupo de profissionais, mas a luta pelo direito dos trabalhadores”, reforça.

Andréa Dantas, assistente social há 10 anos, acredita no significado positivo da assembléia de hoje. “Encontros da nossa categoria deveriam fazer parte da rotina do profissional de serviço social. Até porque é um espaço aberto e político. São momentos de aprendizados como esses em que podemos rever várias questões que envolvem todo o contexto em que atuamos”, conclui.

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