O movimento conta com a participação de integrantes dos grupos Mexa-se, de Nossa Senhora do Socorro, Movimento Organizado dos Trabalhadores Urbanos (Motu), partidos políticos, entidades estudantis e outras organizações. Quem falou um pouco sobre a Frente foi Raul Sena, do Movimento dos Sem Terra (MST). “Queremos mostrar que a população aracajuana não aceita essa seqüência de aumentos anuais no preço da passagem sem justificativa, pois temos uma renovação de frota feita pela prefeitura, um serviço de péssima qualidade e uma tarifa cara se comparada a outras capitais”, diz. Aracaju tem a segunda passagem de transporte coletivo mais cara do Nordeste. Sena ainda põe em xeque as motivações do reajuste, pois as mesmas não são claramente divulgadas aos usuários. Questionado se o movimento não está sendo formado tardiamente, o rapaz diz que os movimentos já vinham se articulando desde o início de janeiro, mas a concretização do aumento na tarifa veio a acelerar o processo. Na semana passada, uma mobilização no Centro marcou o início dos protestos. Já nesta quarta-feira, 10, a Frente estará em três terminais de integração da capital (DIA, Centro e Zona Sul) para colher assinaturas pedindo melhoria do serviço e divulgação das planilhas de custo. Na quinta, 11, haverá uma passeata saindo do calçadão da avenida João Pessoa em destino ao terminal da Rodoviária Velha. Por Glauco Vinícius
O reajuste de 7,6% no valor da tarifa do transporte público de Aracaju deixou indignada boa parte dos usuários do serviço na capital sergipana. E nesta terça-feira, 9, as queixas da população ganham forma através da Frente de Luta em Defesa do Transporte Público, lançada hoje no auditório do colégio Dom Luciano.
Movimento tardio? Raul Sena, do MST, compõe a Frente em Defesa do Transporte Público
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