Crime do cemitério: um dos réus continua foragido

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Diógenes Augusto: defesa de três réus

A juíza Olga Barreto, titular da 5ª Vara Criminal, dá prosseguimento à audiência de instrução e julgamento na perspectiva de ouvir os três réus, acusados pelo assassinato de Milton César de Oliveira, o Toninho, crime ocorrido no dia 4 de novembro de 2012 em frente ao cemitério São João Batista, em Aracaju.

Dos quatro acusados e denunciados pelo Ministério Público, três estão presos e um deles permanece foragido com a possibilidade de ser julgado à revelia. Estão presos Júlio César dos Santos Leandro, Pedro Vigner dos Santos e Marcos Túlio Oliveira de Araújo (Túlio de Chicão), que também figuram como suspeitos pela morte de Claudeci Oliviera (Didiu), a irmã de Toninho, assassinada no dia anterior. No momento em que foi executado, Toninho participava da cerimônia de sepultamento da irmã no cemitério São João Batista.

Permanece foragido da justiça, o quarto réu identificado como Deyvisson Rodrigues Ramos, um travesti conhecido como Talita, que teria contratado o taxista para o grupo utilizar o veículo e executar o crime na porta do cemitério. Para o advogado Diógenes Augusto Campos dos Santos, que atua no processo judicial na defesa dos três réus presos, Talita seria uma testemunha importante para desvendar o crime.

Por Cássia Santana

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