CUT combate práticas antissindicais no 1º de Maio

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(Foto: Ascom CUT)

No dia 1º de maio a CUT/SE e seus 88 sindicatos filiados levarão seus banners, com imagens e mensagens de sua luta até os Arcos da Orla de Atalaia, em Aracaju, onde será distribuído a partir das 8h30 da manhã um panfleto com o texto unificado expondo um pouco da realidade das diferentes categorias de trabalhadores. O tema do 1º de maio deste ano é o combate às práticas antissindicais.

Encenação teatral e apresentação musical do grupo ‘Tambores da Esperança’ completam a programação da data marcada pela mobilização de trabalhadoras e trabalhadores em todo o mundo.

Dia de Luta

Diferentes categorias de trabalhadoras e trabalhadores de todo o mundo estarão unidos e ocupando as ruas no dia 1º de Maio, quarta-feira, Dia Internacional dos Trabalhadores – que há 127 anos se consolida como uma data de luta e reivindicação por melhores condições de trabalho, contra o abuso, o assédio, doenças e acidentes de trabalho, bem como a exploração de homens e mulheres trabalhadores.

Ao longo desta trajetória, muitos avanços e conquistas foram alcançados, mas também novas formas de manipular a população foram criadas para enfraquecer e esconder a importância do 1º de Maio como instrumento de Luta e data de mobilização das diferentes categorias. Neste momento se faz mais importante a união das diferentes gerações de trabalhadores para ampliar a luta compartilhando com os demais colegas de trabalho sobre a importância da consciência de classe para a conquista de condições dignas de trabalho.

A Central Única dos Trabalhadores junto às entidades sindicais filiadas e os movimentos sociais vão às ruas neste dia reivindicando:

-Abertura de concurso público para fiscais do trabalho do Ministério do Trabalho e da Previdência Social;
– Redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução salarial;
– Fim do Fator previdenciário que reduz o salário do trabalhador ao se aposentar;
– Mais investimentos federais para a saúde, educação, reforma agrária e urbana;
– Educação e saúde publica de qualidade social para a filha e o filho dos trabalhadores;
– Condições de Segurança no Trabalho;
– Cumprimento da convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho que estabelece o princípio de negociação coletiva entre os trabalhadores públicos e os governos municipal, estadual e federal, fortalecendo as entidades na participação ativa para ampliação e o respeito por melhores condições de trabalho;
– Fim do Assédio Moral no Trabalho;
– Fim do Imposto sindical;
– Pela aprovação da PEC do Trabalho escravo que confisca as propriedades onde existe trabalho escravo para ser destinada a reforma agrária ou uso social urbano;
– Cumprimento da convenção 158 da OIT determinando que demissões por empresas devem ser motivadas por justa causa, e assegurando garantias e direitos dos trabalhadores dentro do ordenamento jurídico.

Fonte: Ascom CUT

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