Defesa Civil monitora áreas de riscos da Capital

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(Foto: Ilustrativa/Arquivo Infonet)

Desde a última segunda-feira, dia 22, equipes da Defesa Civil Municipal estão em alerta quanto ao período chuvoso. Por toda a cidade, já pode ser vistas as consequências das chuvas que deixaram ruas alagadas, trânsito congestionado e muitas reclamações por parte dos usuários.

Alguns chamados foram registrados para a Defesa Civil sendo que não houve algo grave. Mais de 18 notificações já foram registradas, sendo que somente no bairro Siqueira Campos, houveram seis casos.

No entanto, segundo a Defesa Civil, os maiores registros são evidenciados nos bairros Coqueiral, Santa Maria, Lamarão, Soledade e 18 do Forte. Dentre as ocorrências se destacam a queda de árvores, alagamentos e deslizamentos de terra.

Nesta quinta-feira, dia 25, equipes da Defesa Civil estão realizando o monitoramento das residências localizadas no bairro Coqueiral, visto a ocorrência de um princípio de deslizamentos de terra.

O alagamento é constante nas ruas da capital

De acordo com o coronel Reginaldo Moura, coordenador da Defesa Civil Municipal, das ocorrências registradas, nenhuma foi de grande proporção. “Por enquanto não houve nada grave, mas está aumentando o número de chamados para a Defesa Civil já que também há casos de alagamento. Alem do deslizamento no Coqueiral, uma pedra despencou de uma encosta no Moema Meire, mas por sorte ninguém foi atingido. As equipes continuam trabalhando para garantir a segurança da população”, conta.

Alerta

Para evitar transtornos é preciso que a população fique atenta a qualquer sinal de ruptura ou deslizamento de terra segundo orienta a Defesa Civil. É aconselhável que a população ligue de imediato para a Defesa Civil via Ciosp pelo 190 e se abrigue em um local seguro.

“A gente também aconselha que assim que houver escutar algum estrondo, a pessoa deve de imediato pegar toda a sua documentação e correr para se abrigar em um local seguro. Também é preciso que a população deixe que as equipes entrem na residência, pois ontem tivemos um caso no Lamarão, onde fomos chamados e o marido da dona da casa não deixou a gente entrar na residência. É preciso o bom senso porque isso dificulta o nosso trabalho”, conta.

Também é necessário que o morador faça uma vistoria dentro da própria residência.

Por Aisla Vasconcelos

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