Defesa questiona alta médica do policial penal Tiago Sóstenes

Segundo a advogada do investigado, Priscila Mendes, a equipe da defesa foi pega de surpresa com a decisão de alta hospitalar

Ainda conforme a advogada, Tiago Sóstenes é casado e sua esposa está acompanhando todo o caso (Foto: Reprodução/Redes sociais)

A defesa do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, investigado pela morte da empresária Flávia Barros, se pronunciou nesta quarta-feira, 25, questionando a alta hospitalar de Tiago, que foi conduzido ao Presmil, onde permanece à disposição da Justiça

Segundo a advogada Priscila Mendes, a equipe de defesa foi pega de surpresa com a decisão sobre a alta hospitalar do paciente. “O médico residente responsável ao médico que fez a cirurgia dele informou que a situação dele era de gravidade, que pese ele estava evoluindo, mas ainda não tinha previsibilidade de alta, mesmo já tendo sido realizado uma tomografia e que ele precisaria tomar medicações venosas. Tiago está à dispor do judiciário a todo tempo, sem ter nenhum tipo de afronta a todos os atos e acompanhamos a investigação passo a passo”, informou em entrevista a uma TV local. 

Priscila Mendes explicou ainda que segundo informações recebidas pela defesa, Tiago ainda está com o projétil de bala alojado na cabeça. “A informação para a gente é que ele está com a bala alojada, que não foi possível retirar o projétil diante da gravidade, que poderia ter morte encefálica a qualquer tempo e, portanto, deveria ficar até uma segunda ordem médica para que fosse retirado o projétil, mas até lá, o estado dele não tirava a gravidade e possibilidade de uma morte a qualquer tempo”, disse.

A defesa explicou que é preciso que a unidade prisional tenha um suporte médico para o Tiago. “Nós vamos esperar de que a unidade prisional, ela tenha suporte suficiente para atender as necessidades que outrora no hospital  estava sendo cumpridas e atendidas do paciente”, diz.

Ainda conforme a advogada, Tiago Sóstenes é casado e sua esposa está acompanhando todo o caso, auxiliando, inclusive, na organização da defesa junto aos irmãos do suspeito.

Ao Portal Infonet, o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) informou que não se posicionará sobre o assunto, já que o caso tem sido conduzido pelas autoridades policiais.

Relembre o caso

Na madrugada de domingo, 22, a empresária Flávia Barros foi morta a tiros por Tiago Sóstenes, supostamente seu namorado. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a porta do quarto arrombada e, no interior, o casal sobre a cama, ambos com ferimentos causados por disparos de arma de fogo.

Flávia era empresária com tinha forte presença nas redes sociais e morava em Paulo Afonso, no norte da Bahia. O velório ocorreu na cidade onde a vítima residia. O corpo foi levado para Canindé de São Francisco, em Sergipe, onde foi sepultado na segunda-feira, 23.

por Carol Mundim

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