Demissões fazem sindicato solicitar ajuda a governador

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O presidente do Sindicato da Indústria Têxtil, Giseldo dos Santos, está com audiência marcada com o governador Marcelo Déda para solicitar uma posição quanto as demissões da fábrica da Azaléia. De acordo com ele, foram muitos os benefícios que a empresa recebeu para instalar sua sede em Sergipe e ela não está dando retorno ao Estado.

“O principal benefício foi a isenção total do INSS, mas também tiveram ajuda na infra-estrutura, financiamentos e em contra-partida não estão investindo em Sergipe. Não temos programas sociais e agora estas demissões”, diz o sindicalista.

Após o retorno das férias coletivas, no último dia 8 de janeiro, mais 25 funcionários foram demitidos – 17 de Carira e oito de Ribeirópolis. Ano passado foram demitidos 234 funcionários da unidade de Itaporanga. Em Sergipe, a fábrica têm cinco unidades de produção e que até o ano passado empregava 2.340 pessoas.

“A direção alega que existem mais de 500 mil pares prontos e o mercado não está absorvendo novos ajustes. Conversamos com o advogado da empresa para propor novas alternativas e tentar barrar novas demissões, mas o sindicato tem as suas limitações”, diz.

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