Denarc fecha laboratório de cocaína

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O Denarc apreendeu mais de 15 kg de cocaína (Foto: Portal Infonet)

O Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc), com a contribuição da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial, apreendeu mais de 15 kg de cocaína e desativou um laboratório de manipulação onde a droga era produzida. Os detalhes da operação executada na noite da última quarta-feira, 4, foram dados na tarde desta quinta-feira, 5, na sede do órgão.

Durante a ação foram presos Bruno Almeida Cruz, de 27 anos, e Júlio César Rodrigues dos Santos, mais conhecido como ‘sapinho’. De acordo com o Superintendente da Polícia Civil, João Batista, os suspeitos já estavam sendo investigado há aproximadamente três semanas.

Osvaldo Rezende explica que a droga vinha de outros países
“Os dois traficantes já estão presos. Um deles era fugitivo da prisão de Areia Branca, o outro possivelmente tem passagem pela polícia. De certa forma esse braço do tráfico foi desarticulado pelo Denarc”, relata Batista.

O laboratório funcionava na rua Manoel Santos Silva, no bairro Castelo Branco, em Aracaju. Lá, os homens preparavam a cocaína por meio da mistura com outros produtos químicos em prensa hidráulica. No estabelecimento havia maquinários e produtos próprios de um laboratório de drogas, como espátulas, fitas adesivas, dentre outros. “Eles recebiam a droga um estágio antes do ponto final e distribuíam no Estado”, explica o delegado da Polícia Civil, Osvaldo Rezende.

Segundo ele, as drogas vinham de fora do Brasil. “Os entorpecentes vinham da Colômbia para Sergipe”, esclarece. Além

Bruno e Júlio estão presos na Copre.
das drogas encontradas no estabelecimento, também foram apreendidos 1,5 Kg de substância utilizada na preparação da droga, um revolver calibre 38 e a quantia de R$ 3 mil.

O superintendente enfatizou o sucesso da equipe de policiais do Denarc nessa apreensão recorde no Estado. “As investigações ainda vão continuar. Ainda faltam pouco mais de 30 dias para terminar o inquérito policial e no decorrer possivelmente outras pessoas poderão ser presas”, disse.

 

 

 

Por Kátia Susanna e Victor Hugo

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