Deputados de oposição são contra a reforma administrativa do Estado

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Os deputados pertencentes à bancada de oposição se mostraram contrários à reforma da máquina administrativa proposta pelo Governo do Estado e contra as convocações extraordinárias. Muitos deles concordam que convocações durante o recesso parlamentar representam gastos desnecessários e prejudicam ao povo. O deputado Francisco Gualberto (PT) não concorda com a convocação extraordinária da Assembléia Legislativa e com as propostas de emenda à Constituição sugeridas pelo governador João Alves Filho. “O Governo Estadual envia proposituras equivocadas de reestruturação. João prossegue o seu projeto de demolição do setor público, o que poderá causar a destruição dos municípios, dos Estados e da União. Se Lula resolvesse transformar as empresas públicas federais em autarquias, eu seria contra”, criticou Gualberto. A mesma posição foi assumida pela deputada Ana Lúcia, também do PT. A professora se mostrou contrária a qualquer ação que possa causar despesas injustificáveis ao erário. Baseada no estatuto do Partido dos Trabalhadores, a deputada renunciou ao direito de receber uma remuneração extra pela convocação. O vencimento extra recusado será direcionado a entidades sociais especificadas em ofício pela professora. Quanto ao projeto da Dom Cabral, Ana diz que a Fundação não é a dona da verdade e que “não conhece a realidade de Sergipe”. Para Belivaldo Chagas (PSB), a convocação extraordinária evidencia uma estratégia do Governo do Estado para encurtar o tempo de análise dos projetos, impedindo uma apreciação mais aprofundada dos assuntos. Fabiano Oliveira também se mostrou preocupado quanto à reforma e disse que, embora desconheça o conteúdo dos projetos, tudo leva a crer que algumas instituições públicas serão extintas. Assembléia Legislativa é convocada extraordinariamente

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