DHPP investiga morte de advogado

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Polícia investiga a morte do advogado Foto: Portal Infonet
Mistério na morte de Martinho Almeida Neto, de 24 anos. A polícia investiga se a morte do advogado foi suicídio ou homicídio. A vítima estava desaparecida desde o dia 18 do mês passado, quando saiu do município de Lagarto, distante 75 km da capital sergipana e não retornou para a casa.

A polícia chegou a localizar o corpo no dia 19 de fevereiro com marcas de tiro na cabeça, mas parentes só ficaram sabendo que o corpo estava sem identificação no Instituto Médico Legal (IML) na última segunda-feira, 8.

De acordo com o coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), Everton dos Santos , policiais da 2ª Divisão de Polícia chegaram a imaginar que o corpo encontrado era de outra pessoa. “O pessoal da 2ª divisão encontrou o corpo embaixo da ponte Aracaju/Barra e confundiu achando que era de um taxista da minha investigação que também estava desaparecido, mas não tinha nada a ver uma coisa com a outra”, explica.

A demora em procurar o corpo no IML fez com que a família ficasse angustiada a espera de respostas sobre o paradeiro de Martinho. “Houve um choque de informações e somente quando estive no IML no domingo [7] verifiquei que se tratava do advogado”, conta o delegado.

Na época em que o corpo foi encontrado o Portal Infonet fez uma reportagem sobre o assunto, divulgando as características do jovem e a vestimenta trajada.

Agora familiares cobram da polícia o que realmente aconteceu com Martinho. O delegado Everton já afirmou que o advogado estava passando por um quadro de depressão e por isso, investiga a possibilidade de suicídio.

“Ele estava sendo acusado por uma tia de ter danificado o carro dela. Era uma briga entre família por conta de bens e por isso ele estava depressivo, mas existem algumas coisas que precisam ser fechadas e vamos investigar todas as hipóteses”, diz o delegado, salientando que a arma utilizada não foi encontrada.

Por Kátia Susanna

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