Emília Corrêa Costa

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Breve histórico

“São 20 anos de militância na função de Defensora Pública de Sergipe, conduta profissional ética. Atuação na área cível, penal,do consumidor, do direito de família, juizados especiais, e há 9 anos Defensora Pública do Tribunal do Júri na Comarca de Aracaju, além dos serviços prestados à sociedade sergipana na informação do direito através da televisão, rádio e internet.


Fui Corregedora Geral da Defensoria Pública por duas vezes, Secretária Geral da Defensoria Pública, Professora de Direito Constitucional II da UNIT, Conselheira da OAB em duas gestões, Presidente da 1ªTurma do Tribunal de Ética da OAB, Vice Presidente da Comissão de defesa da advocacia pública da OAB, Pós Graduada em Direito Público e Pós Graduanda em Ciências Penais, palestrante em eventos jurídicos regionais e nacionais, com diversos artigos publicados, inclusive na Revista Consulex”.

 

Motivos para concorrer à vaga
“O desafio, o desejo de contribuir com a justiça do meu Estado, a experiência da advocacia pública, levando na bagagem não só o conhecimento jurídico adquirido ao longo dos anos, mas, a maturidade, sensibilidade e o discernimento das angustias, expectativa se principalmente a esperança dos hipossuficientes quanto a prestação jurisdicional.


Somente quem está perto das pessoas simples e humildes, compreende o significado da palavra justiça!


Essa foi  a motivação para concorrer a Desembargadoria, além claro de vislumbrar ser a primeira representante feminina da advocacia sergipana no Poder Judiciário do nosso Estado,  incentivada  pelas advogadas e  advogados  amigos”.

 

Perspectivas e projetos caso seja eleita
“As perspectivas são as mais nobres possíveis. Julgar de forma plena, baseada no direito, mas quando este, estiver em conflito com a justiça, terei a coragem e a dignidade sempre, de optar pela justiça!


Ainda quanto às perspectivas, julgar na medida do possível e até do impossível de forma mais célere, sem o comprometimento da qualidade e responsabilidade dessa decisão. Se depender de disposição, trabalho e vigor, tenho certamente muito, para colaborar com nossa justiça.
Quanto aos projetos, simplificar,aproximar mais a justiça do cidadão, mostrar que nós, somente seremos aperfeiçoados na promoção da Justiça, se andarmos de mãos dadas. O motivo da existência do Judiciário, é dizer o direito. É saciar a sede de justiça daqueles que ainda clamam pelo seu acesso! É ajudar a construir essa ponte, que conduzirá os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade”.

 

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