Empresário é assassinado dentro da própria fábrica

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Empresáio morre no local do crime (Fotos: Cássia Santana/Portal Infonet)

O empresário Júlio Pereira de Souza, 38, foi assassinado na manhã desta sexta-feira, 24, dentro do próprio estabelecimento, uma fábrica de gesso localizada na rua Florianópolis, no bairro Novo Paraíso, em Aracaju. No atentado, um funcionário da fábrica, identificado apenas como Eduardo, foi atingido no pé e está recebendo atendimento médico em uma unidade de saúde.

O crime ocorreu por volta das 6h30, segundo o registro da equipe do 8º Batalhão da Polícia Militar. Três homens estacionaram um Honda Civic, de cor prata, na porta da fábrica. Dois desceram e o terceiro ficou posicionado ao volante, conforme os primeiros levantamentos realizados pelos policiais militares que atuam no Posto de Atendimento ao Cidadão (PAC) do São Carlos. “Os dois já entraram aqui atirando, segundo o pessoal que presenciou a cena”, conta o cabo Teles [ele se identifica apenas desta forma].

O crime causou surpresa entre os moradores da rua, vizinhos do estabelecimento comercial.

Funcionários se assustam com a violência

“Era uma pessoa maravilhosa, conheço ele desde criança, conheço a esposa e o filho. Pelo amor de Deus, a rua toda está com a mão na cabeça, sem saber como isso pode acontecer”, desabafou uma vizinha da fábrica, que prefere manter o anonimato. “Estava aqui dentro de casa, não ouvi nem vi nada. Quando saí na porta, vi a movimentação e o povo contando. Uma coisa muito triste”, observou.

Os funcionários que chegavam para iniciar o expediente ficaram assustados e temerosos. Aqueles que chegaram primeiro iam informando, por meio de contatos telefônicos, aos demais e logo todos estavam reunidos atônitos ao lado do corpo. “Não sabemos como isso aconteceu. Ele não tinha rixa com ninguém”, comentou um funcionário. Na cena do crime, surgiram comentários de que este crime estaria relacionado a um outro assassinato ocorrido recentemente, mas os detalhes só serão narrados à polícia para não atrapalhar as investigações.

Por Cássia Santana

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