Entrevista com o gerente de Relações com a Comunidade do Bompreço

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Em meio à agitação do camarote Parceria, o gerente de Relações com a Comunidade do Bompreço, Raimundo Almeida, falou a respeito dos projetos assistencialistas do Grupo Bompreço e sobre as atrações que agitavam milhares de foliões na orla de Atalaia, da democracia do bloco e muito mais. Vale a pena conferir! InfoNet – Como a equipe Bompreço chegou ao tema “A Paz Começa em Nós” para o Bloco da Parceria deste ano? Raimundo Almeida – Todo ano nós temos um tema central do Bloco da Parceria. Este ano, nós fizemos uma pesquisa com os nossos clientes nas lojas em todos os Estados onde existe a Parceria e ganhou este tema. É um tema interessante que reflete muito o que estamos vivendo hoje no mundo: vontade de paz e alguns querendo guerra. Mas o brasileiro demonstrou que quer paz, e a paz começa aqui. InfoNet – Quais as outras cidades onde acontece o Bloco da Parceria? RA – Começa aqui em Aracaju, é o primeiro deste ano. No próximo dia 9 acontece em Maceió. Dia 16 estaremos em Salvador. E finalmente no dia 23 é a vez de Recife, que é o maior Bloco da Parceria. Em Recife, onde surgiu o bloco, vamos reunir um milhão e 500 mil pessoas na Avenida Boa Viagem. É uma grande festa e muito bonita. InfoNet – As atrações nacionais Harmonia do Samba e Chiclete com Banana também farão parte do Bloco da Parceria nas outras cidades? RA – Aqui em Aracaju é o primeiro deste ano, mas é o menor. Maceió é uma cidade um pouco maior e também tem quatro atrações. Salvador é uma cidade maior e temos oito trios elétricos. No Recife são doze trios elétricos e vai ter Chiclete com Banana e outras atrações. Em cada cidade nós temos atrações locais. Aqui nós termos a Banda Estação da Luz e a belíssima Amorosa. Em Maceió também teremos grupos locais. Na Bahia é basicamente tudo local, mas nós vamos levar grupos de Recife para lá e em Recife, que é o maior, nós temos uma grande mistura de ritmos: o axé music, frevo pernambucano, mangue beat, forró e música baiana. É uma festa de todos os ritmos. Assim é o Bloco da Parceria. InfoNet – O que mudou na estrutura do Bloco da Parceria desde seu surgimento até esta 8ª edição? RA – A Parceria começou há onze anos com um bloco que onde havia somente os funcionários do Bompreço e suas famílias. Saímos com aproximadamente dez mil pessoas, dois trios elétricos, alguns carros alegóricos, mas já era um grande bloco de carnaval. Mas na festa seguinte, passamos para 30 mil pessoas porque os nossos fornecedores se agregaram, e a cada ano vai crescendo. No Recife, há vários anos, os números estão acima de um milhão de pessoas. Juntam-se os funcionários do Bompreço, os fornecedores, os clientes e toda a comunidade que se diverte brincando. InfoNet – Por que não existe mais o cordão de isolamento que havia nas primeiras edições da festa RA – Desde o início foi assim. Parceria é democracia, é participação, é igualdade. Começou em Recife e lá também não tem corda. A tradição do carnaval pernambucano é de ser carnaval de rua, onde todas as pessoas participam. Não seríamos nós que iríamos trazer corda para um carnaval nosso. Então, o nosso carnaval aqui, na Bahia, em todo canto, é sempre um carnaval democrático, aberto, onde participam todos, com destaque para a participação da comunidade. Até porque o Bloco da Parceria faz parte do Programa Bompreço Comunidade. É uma de nossas ações que o Bompreço realiza com a nossa comunidade. E a comunidade está junto com a gente. InfoNet – Quais as outras atividades que o realiza com o objetivo de beneficiar a comunidade? RA – O Programa Bompreço Comunidade reúne um conjunto de ações que está junto à comunidade. Nós temos, como exemplo, a Parceria e o Encontro Cliente Bompreço, que aqui aconteceu no último mês de agosto. É um grande evento cultural para os nossos clientes e temos uma série de atividades sociais como, por exemplo, o Programa Bomprato, que é um programa de banco alimentar que nós temos há dez anos junto à ‘Campanha da cidadania contra a fome’. Com isso, nós ajudamos a alimentar alguns milhares de pessoas. As camisas desta Parceria são distribuídas para os funcionários do Bompreço, aos funcionários dos parceiros fornecedores que estão junto com a gente e uma boa parte levamos para a comunidade. As camisas não são simplesmente doadas. São vendidas por um preço simbólico, trocadas por pontos do Bomclube – cada camisa é trocada por 500 pontos. São muitos milhares de camisas e isso junta um volume razoável de dinheiro. Essa renda é totalmente destinada a instituições de caridade. No ano passado, ela foi destinada para o Hospital do Câncer, no Recife. Este ano vai para a Bahia. Iremos doar cinco ambulâncias para cinco instituições assistenciais da Bahia. No próximo ano traremos a renda para Aracaju. Vamos selecionar entidades aqui para serem beneficiadas com essa renda. E temos ainda muitas outras atividades na área social e na área de esporte. InfoNet – Quais as instituições que serão beneficiadas em Aracaju no próximo ano? RA – Nós concentramos a renda de cada ano em um lugar. Mas isso é uma coisa de que só poderemos falar e analisar no próximo ano.

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