Evento discutirá mediação e arbitragem

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A nova diretoria da Câmara de Mediação e Arbitragem Empresarial de Sergipe (Camae-SE), será empossada hoje, dia 14. O evento contará ainda com a entrega de Certificados de Mediadores e Árbitros aos novos integrantes do quadro de especialistas da Camae, bem como dos certificados aos concludentes da última turma do Curso de Mediação e Arbitragem. A Câmara tem como presidente o advogado José Fabiano Alves.

 

Durante a solenidade, que acontecerá às 18 horas na sede da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), o vice-presidente da Comissão Interamericana de Arbitragem Comercial (Ciac) e consultor da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial (CBMAE), José Geminiano Jurema, fará palestra abordando o tema “Panorama da Mediação e Arbitragem no Brasil”.

A palestra vai falar sobre a importância e vantagens de utilizar os métodos extrajudiciais de soluções de controvérsias para dirimir conflitos que envolvam bens patrimoniais disponíveis. Segundo informações da Acese, a maioria dos brasileiros desconhece que a mediação é uma forma pacífica e extrajudicial de solucionar impasses que possivelmente se somariam à pilha de processos acumulados e estagnados na justiça estatal.

 

Neste caso, um cidadão neutro e imparcial, o mediador, utilizando técnicas específicas auxiliam as partes a compreenderem seus desentendimentos, buscando seus reais interesses por intermédio de um diálogo cooperativo, na busca da melhor solução, de forma que as próprias partes decidam o seu conflito.

 

A arbitragem é uma forma alternativa e extrajudicial de solução de conflitos, prevista em Lei Federal 9.307/96, através da intervenção de um ou mais árbitros, que recebem poderes de uma convenção privada, decidindo com base nela, sem intervenção estatal.

De acordo com o presidente da Acese, Jorge Santana de Oliveira. “A mediação e a arbitragem são instrumentos modernos que estão à disposição da sociedade para auxiliar na solução de controvérsias com celeridade, sigilo e baixo custo, contribuindo inclusive para reduzir o imenso volume de processos que terminam por sobrecarregar os tribunais do país”, afirma.

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