Ex-Pastor é suspeito de estelionato em Itaporanga

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Carlos Henrique se defende das acusações (Fotos: Portal Infonet)

Foi preso pela Polícia Civil o ex-pastor Carlos Henrique Souza Quirino, 33 anos, acusado de praticar estelionato no município de Itaporanga-D’Ajuda. O suspeito foi detido em Itabaiana na última segunda-feira, 13, após cumprimento de mandado de prisão.

De acordo com o delegado Deskson Almeida, Carlos Henrique é acusado de vender 200 lotes ao preço de R$ 2.200 reais por cada lote com a promessa de que seriam construídas residências para os compradores. Ainda segundo o delegado do município de Itabaiana, Deskson de Castro Almeida, a ação praticada pelo suspeito teria ocorrido em 2010. “Em 2010 ele tinha uma fundação chamada El chaday que adquiriu um terreno e vendeu lotes as pessoas. Segundo as vítimas, teria a promessa de fazer casa, mas isso não aconteceu. As vitimas se sentiram lesadas, foram a delegacia prestar uma queixa, houve o inquérito onde ele foi indiciado, o promotor o denunciou e em 19 de outubro de 2012 o juiz decretou a prisão dele em Itaporanga e que foi cumprida pelos policiais ontem em Itabaiana”, informa.

Delegado Deskson Almeida

A equipe do Portal Infonet conversou com o suspeito que se defende das acusações. “Nós fizemos a terraplanagem do terreno, pagamos todas as taxas da prefeitura. Muitas pessoas pagaram tudo, uns pagaram só um pedaço e outros pagaram só a metade. Então o que veio atrapalhar o projeto foram aquelas pessoas que não pagaram tudo nem a metade e por isso o projeto veio a parar. Então em consequência disso, começou a surgir muitos boatos que estaríamos dando golpe. Como a pessoa dá golpe e vai comprar um terreno de R$ 150 mil reais, como uma pessoa vai da golpe e paga todas as taxas de prefeitura, taxas de documentação, manda fazer terraplanagem. Isso não existe, não é golpe”, se defende.

Segundo Deskson Almeida, Carlos Henrique informou que deixou de ser pastor há dois anos e que o acusado será encaminhado a 8ª Delegacia Metropolitana e ficará à disposição da justiça.

Por Aisla Vasconcelos

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