História de acusado não convenceu OAB e MPE

Roberto Carlos Caetano confessou o tiro e negou tortura / Foto: SSP
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Sergipe (OAB/SE), Henri Clay Andrade, declarou que a versão apresentada pelo possível assassino do advogado Wellington Noronha não convenceu. Em reunião realizada na manhã desta quarta, 27, a Polícia Civil (PC), Ministério Público Estadual (MPE) e OAB/SE chegaram ao consenso de que as investigações devem continuar.

Henri Clay classificou o trabalho da polícia no caso como sério e louvável, mas que a investigação precisa de outros elementos para que a história possa ganhar conotação de verossimilhança. “A história contada pelo suspeito Roberto Carlos é de difícil crença. Não nos resta mais dúvidas de que ele participou, mas ficou bem evidenciado que existe fatos a serem esclarecidos”, disse.

De acordo com o presidente da OAB/SE, o Coordenador das Delegacias do Interior, Júlio Flávio, reconheceu que é preciso dar respostas às dúvidas lançadas pelo órgão e MPE. A prática de tortura na ação e se houve outros participantes são alguns dos questionamentos. Com isso, o prazo para o encerramento do inquérito, previsto para a próxima sexta-feira, deverá ser esticado.  

Por Glauco Vinícius e Carla Sousa

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