Homem tem órgão genital praticamente decepado

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Corpo chega ao IML às 17h45 da terça-feira (Foto: Arquivo Portal Infonet)

O ex-presidiário Thiago Silva de Jesus, 27, foi morto com requinte de crueldade e o corpo foi encontrado às margens de uma rodovia estadual na zona rural no município de Boquim. Informações preliminares do Instituto Médico Legal (IML) indicam que o ex-presidiário foi morto por esganadura.

O pescoço foi praticamente degolado, segundo o tenente Edênio Mutilo, comandante da 1ª Companhia do 6º Batalhão da Polícia Militar. O tenente informou que o pênis da vítima estava marcado por violência, mas não chegou a ser cortado. O corpo foi encontrado amarrado às margens da rodovia estadual, que liga a uma fazenda.

Há suspeita, segundo o tenente Edênio, que Thiaguinho, como era conhecido, tinha vínculo com a quadrilha liderada por Carlos Henrique de Jesus, o Cambaio, morto na madrugada do dia 16 em suposto confronto com a polícia. “Thiaguinho foi visto armado com uma pistola quando ocorreu um tiroteio entre quadrilhas rivais”, comentou o tenente Edênio, numa referência à morte de Cambaio.

Para o tenente Edênio, Thiaguinho foi morto em outro local e o corpo teria sido jogado às margens da rodovia estadual, onde foi encontrado por volta das 8h da manhã da terça-feira, 28. O corpo estava amarrado, com o pescoço praticamente decepado e o pênis com marcas de violência. “Cortaram o órgão sexual e, pela quantidade de sangue encontrada, que é incompatível com o grau de violência, supomos que aquele não foi o local do crime”, comenta o tenente.

De acordo com o policial, o ex-presidiário é acusado de envolvimento com vários crimes: homicídios, assaltos e estupro. Há, na ficha policial, segundo o tenente, indícios de que Thiago teria também envolvimento com roubos de motocicletas, que eram encaminhadas para desmonte no Estado da Bahia. Thiago seria o homem responsável pelo transportes das motos roubadas, segundo o tenente.

O corpo de Thiaguinho chegou ao Instituto Médico Legal (IML) às 17h45 da terça-feira, 28.

Por Cássia Santana

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