IML: famílias reclamam de demora na remoção dos corpos

0
Familiares dizem que há poucas viaturas para o serviço (Foto: arquivo Portal Infonet)

Famílias que estiveram no Instituto Médico Legal (IML) neste sábado, 28, para fazer o reconhecimento e a liberação dos corpos de seus parentes falecidos tiveram de esperar várias horas. É que de acordo com eles, o número de carros era insuficiente para atender a demanda no estado inteiro. O IML alega que as todo as viaturas operam normalmente.

Bruna Laís Silva, que é sobrinha do vigia Valfredo Teles Silva, assassinado durante um assalto a um canteiro de obras na Aruana, conta que ele faleceu às 10h no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), mas somente às 16h30 o corpo chegou ao IML. “Soubemos que tem três carros para o estado inteiro, sendo que um estava em Tobias Barreto, o segundo em outra cidade do interior e o terceiro aqui parado. Ficamos esperando e a informação é de que o carro que veio de Tobias Barreto é que passou no Huse para fazer a remoção do corpo do meu tio”, conta ao destacar que os familiares chegaram ao local por volta das 12h30.

Quem também teve que esperar foi a dona de casa, Creuza Silva Santos, que perdeu o esposo em um acidente de trânsito na BR 101. “O acidente aconteceu por volta das 9h, mas o corpo só chegou aqui perto das 15h30. Estou desde às 13h esperando”, lamenta.

Diversas famílias estavam no local à espera dos corpos. No fim da tarde deste sábado, seis corpos deram entrada no IML.

Atendimento

Os funcionários do IML relatam que há quatro carros para o serviço e que eles estão operando normalmente. De acordo com ele, o tempo de remoção e chegada dos corpos depende de diversos fatores, entre eles, local da ocorrência, chegada dos peritos da criminalística, número de chamados, entre outros.

Os profissionais explicaram ainda que os carros possuem quatro gavetas e que se as viaturas estiveram na rua e surgir outro chamado, eles seguem para a nova ocorrência, antes de seguir para o IML.

Ao chegar no IML, segundo os funcionários, os corpos passam por necrópsia e só depois são liberados.

Comentários

Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso portal. Ao clicar em concordar, você estará de acordo com o uso conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Concordar Leia mais