Iunes diz que não haverá mudanças significativas na PM

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Coronel Iunes: "Perspectiva da nomeação do coronel Jackson como subcomandante" (Foto: Ascom SSP/SE)

O comandante da Polícia Militar de Sergipe, coronel Maurício Iunes garantiu durante coletiva de imprensa na Secretaria de Segurança Pública de Sergipe na manhã desta terça-feira, 20, que não haverá mudanças significativas na PM e anunciou o nome do coronel Jackson Nascimento [atual comandante do policiamento da capital] como subcomandante geral, cargo que ele já vem exercendo interinamente desde a saída do coronel Luis Fernando Almeida.

“Os comandos irão permanecer. Terão algumas mudanças, mas nada significativo. Teremos a perspectiva da nomeação do coronel Jackson na função de subcomandante, é algo que já está sendo trabalhado para que a gente possa ter tranquilidade maior na parte administrativa, eficiência e eficácia na parte operacional”, anuncia.

Quanto aos batalhões, coronel Iunes informou que serão reestruturados. “Serão reestruturações com a ida dos novos policiais. Algumas unidades irão ganhar um reforço maior de policiais para trabalhar. Precisamos mais do que nunca ter uma atenção especial ao interior do estado, com ampliações do efetivo para que possam trabalhar em conjunto com as delegacias regionais”, afirma.

Coronel Jackson Nascimento (Foto: Arquivo Portal Infonet)

E sobre a falta de equipamentos como coletes balísticos, o comandante da Polícia Militar de Sergipe enfatizou: “Estamos aguardando a entrega de novas viaturas e novos equipamentos que foram licitados. Todo o material recebido está sendo entregue, a PM terá mais 300 pistolas para atender á demanda com o objetivo cada vez mais de promover a segurança pública”.

Hospital

Indagado pelo Portal Infonet sobre o atendimento no Hospital da Polícia Militar, o comandante disse estar havendo dificuldades na ampliação do atendimento.

“Iremos manter o padrão, mas temos algumas dificuldades na ampliação do atendimento. O foco do hospital nesse momento será o atendimento ao nosso público interno, para que a gente possa num curto espaço de tempo recuperar os policiais militares que estão com problemas de saúde para que após serem recuperados, retornem a atividade fim que é a de segurança pública e com isso quem ganha é a sociedade porque temos mais policiais nas ruas”, entende.

Por Aldaci de Souza

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