Jovem é morta em Capela e marido é o principal suspeito

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Nathaliene tinha 19 anos e um filho com poucos anos de vida (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal Facebook) 

A jovem Nathaliene Vieira dos Santos, de apenas 19 anos, foi assassinada a tiros dentro da sua casa na noite desta sexta-feira, 24. O crime ocorreu por volta das 21h na cidade de Capela, onde a garota morava. De acordo com o comando da Polícia Militar do município, após levantamento de informações no local do crime, a principal suspeita é que o companheiro da jovem tenha cometido o crime. O rapaz está sendo procurado pela Polícia e já é considerado foragido.

De acordo com o capitão Lima, da 2º Companhia do 9º Batalhão, que comanda o policiamento daquela região, equipes policiais já haviam sido acionadas em outras ocasiões por vizinhos denunciando confusões entre o casal. "Mas ao chegar ao local, ela preferia não realizar a denúncia”, afirmou. De acordo com o capitão, os policiais da região já estão monitorando municípios vizinhos em busca do acusado. “Há informações de que ele foi em direção a Divina Pastora. Nós já estamos com uma foto dele e na sua procura”, afirmou o capitão, preferindo não divulgar o nome do rapaz nesse momento.

Em um dos seus perfis nas redes sociais, Nathaliene posa em fotos com o filho de poucos anos de vida. Muitas mensagens de luto e consolo à família também já se espalham no seu perfil. A Polícia Civil investigará o crime.

Outras mortes

O Instituto Médico Legal (IML) registrou oito mortes violentas em 24h, considerando a sexta-feira e a manhã desta sábado. Além do homicídio contra a jovem Nathaliene, houve um triplo homicídio na região central de Aracaju.

Já do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), um jovem morreu após não resistir a disparos de arma de fogo. Ele foi identificado como Alisson Gabriel Sena Santos, de 18 anos. Na manhã da sexta-feira, Thuauan Bastos Santos, 22, e Denisson Santos Prata foram mortos em Aracaju também por arma de fogo. Airton Rodrigues Costa, 56, morreu em um acidente de trânsito também em Aracaju.

Por Ícaro Novaes

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