Lançamento do ano comemorativo da FMA 25 anos

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(Foto: Ascom)

Para que uma história se firme na parede da memória, é preciso ao menos personagem, tempo e espaço. Uma instituição, quando consolidada, também adquire cronologia do tempo, tornando-se responsável por seus ideais, rumos e conquistas. Para a Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA) alcançar seu atual marco de 25 anos de conservação ambiental no Brasil foi necessária uma vida de dedicação e perseverança. Uma não, várias vidas.

O lançamento do ano comemorativo da FMA 25 anos vai ocorrer nesta terça-feira,23, ás 10h na Base administrativa da FMA – rua Dr. Jorge Cabral, nº 60, bairro Farolândia.

À frente dos projetos da organização da sociedade civil sem fins lucrativos sempre estiveram pessoas generosas e batalhadoras, que desde então reconheciam a importância dos cuidados com o Meio Ambiente e suas espécies, e batalhavam em cumprir esta missão dia a dia, incansavelmente. Eram quatro jovens estudiosos que, juntos, impulsionaram a criação da FMA no Brasil, em 1989. Mas não foi tão prático assim. Sem estrutura, à época a instituição ainda se restringia em executar o Projeto Peixe-Boi, nascido em 1980, na Barra de Mamanguape (PB).

Naquele tempo, tudo era muito difícil e para garantir o desenvolvimento de ações em prol da conservação do peixe-boi marinho no Brasil, os pesquisadores que estavam à frente desta iniciativa criaram, em 1989, a Fundação Mamíferos Marinhos – organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que em 2001 passou a ser chamada de Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA). Naturalmente, a Fundação começou a criar cada vez mais legitimidade e passou a abrir espaço para outros projetos, criou asas e alçou voos rasantes em Pernambuco, Sergipe e Paraíba, que respingaram em várias cidades do nordeste e sudeste brasileiro.

Embora sua área de abrangência seja definida como todo o território nacional, a FMA, sediada no Recife (PE), tem hoje uma atuação destacada e consolidada no litoral brasileiro, tendo realizado trabalhos em diversos estados do Nordeste e região amazônica, sempre em parceria com outras instituições.

“A criação da FMA foi um marco, de fato, devido à forma idealizadora que a Fundação surgiu no ano de 89, pois em termos de desenvolvimento e de organizações ambientais ainda era um momento tímido e a FMA surge de forma inovadora. A princípio, um sonho de quatro pesquisadores que foi ganhando corpo e em escala inicialmente local (na Paraíba), foi pouco a pouco ampliando suas ações e ao longo do tempo tem tido interface de diversos estados do litoral brasileiro bem como iniciativas na região norte do Brasil – basicamente estruturadas a partir ou de projetos ou de programas que vão tendo suas reconexões, readaptações e modificações naturais”, relembra o diretor-presidente da FMA, João Carlos Gomes.

A FMA conta com um conselho deliberativo que ajuda a definir a estratégia e caminhos da organização, dando o devido crescimento e maturidade adquirida pela organização ao longo dos anos. “Este grupo, inclusive, auxiliou a diretoria da FMA na luta em continuar com a FMA, enquanto vivenciava os momentos de crise nos anos de 2008 e 2009, ao precisar se desligar oficialmente do Projeto Peixe-boi”, pontua a atual diretora vice-presidente da FMA e coordenadora técnico-científica do Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), Jociery Vergara-Parente.

Assim, criada em 1989, a Fundação é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, com atuação nacional e reconhecida como consolidada instituição de pesquisa, defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável. A FMA tem a missão diária de promover a conservação dos mamíferos aquáticos e seus habitats, visando a sustentabilidade socioambiental.

Com informações da Ascom

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