Segundo testemunhas, a árvore havia inclinado durante a manhã da segunda, 24, e mesmo assim os trabalhos tiveram continuidade. As causas da queda deverão ser investigadas pelas autoridades competentes, a exemplo de Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. O tenente-coronel Gilvan Paixão Lima, diretor de atividades técnicas do Corpo de Bombeiros, afirmou em entrevista à Rádio Jornal, que esteve no local na manhã de ontem e que não percebeu inclinação nenhuma e que nenhum trabalhador comentou o fato. O coordenador da Defesa Civil, que encontra-se no Estado do Pará, informou também em entrevista à Rádio Jornal, que a Defesa Civil não libera nenhum tipo de construção desse tipo. “Pelas características da montagem e pela experiência das empresas, não fazíamos a vistoria”, ressalta Nailson Santana, destacando que está retornando à Sergipe para acompanhar os fatos. Hoje, a viúva de Fábio Santos, 25, uma das quatro vítimas fatais, afirmou nas emissoras de rádio, que o marido, que deixa uma filhinha de três anos, havia tirado fotos com o mp5, mostrando que a torre estava inclinada. “Mas, ele dizia que não era para se preocupar, pois era um problema no cabo, que seria consertado”, afirmou. O corpo de Fábio está sendo velado no Velatório Osaf e será sepultado às 10h no Cemitério São João Batista.
Subiu para quatro o número de mortos em conseqüência do desabamento da árvore de Natal da Energisa, ocorrido na tarde de ontem, 24. Das cinco vítimas, três morreram no local. Os outros dois trabalhadores foram encaminhados ao hospital, e um deles, identificado como Cledervan Alves Andrade faleceu à noite, o outro não corre risco de morte. O corpo do jovem foi liberado hoje cedo no Instituto Médico Legal (IML). Morre mais uma das vítimas da tragédia
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