Localizado em Socorro carro de PM assassinado

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Carro abandonado no Loteamento Novo Horizonte (Fotos: cedidas pela PM)

Localizado no Loteamento Novo Horizonte, em Nossa Senhora do Socorro, o veículo do policial militar assassinado durante assalto na manhã desta quinta-feira, 11, no bairro Veneza, em Aracaju. O veículo e a pistola ponto 40, da Secretaria de Segurança Pública, que o policial portava no momento do crime foram roubados durante a ação, mas apenas o carro foi encontrado, segundo informações da Polícia Militar.

O policial militar Gilson Alves de Souza foi promovido há pouco tempo na corporação militar, passando da patente de cabo para a condição de sargento da PM, estava prestes a entrar na reserva e completaria 46 anos em agosto deste ano, conforme informações do Comando Geral da PM. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), sob o comando da delegada Juliana Alcoforado.

A delegada, conforme a assessoria, trabalha, inicialmente com a hipótese de latrocínio haja vista que, na ação, os criminosos fugiram com o veículo da vítima, um Chevrolet com placa de Aracaju, e a pistola da SSP que o policial portava.

Parentesco

Policiais em diligência no local onde carro foi localizado

Sargento Gilson: promoção recente

O sargento Gilson Alves é irmão do tenente Genilson Alves de Souza e do soldado Jean Alves de Souza, acusados de participação no assassinato de quatro pacientes que estavam internados no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), episódio ocorrido na noite do dia 27 de abril de 2012 que ficou conhecido como Chacina do Huse. A chacina ocorreu após o assassinato do padeiro Jailson Alves de Souza, 32, irmão destes policiais. O padeiro foi vítima de assalto e se desencadeou com uma troca de tiros na avenida Santa Gleide, culminando com a consequência internação de um dos acusados na prática do crime contra o irmão dos policiais militares.

Quanto ao assassinato do sargento Gilson Alves, a SSP trabalha com a hipótese de latrocínio, mas não descarta outras possibilidades que poderão surgir durante o inquérito policial, conforme informações da assessoria de imprensa. Mas não relaciona, neste momento, o assassinato do sargento Gilson à Chacina do Huse.

Por Cássia Santana

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