Lojistas pedem reforço na segurança do Centro da Cidade

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Comerciantes e lojistas se reuniram com representantes da PMSE na sede da CDL (Fotos: Portal Infonet)

Eles pediram reforço policial no Centro da Cidade

Comerciantes e lojistas se reuniram nesta manhã, 14, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) com representantes da Polícia Militar de Sergipe (PMSE) para traçarem em conjunto estratégias de policiamento e segurança no Centro da Cidade e demais localidades da capital.

"Hoje estamos numa situação que temos que estar sempre atentos, seja em nossas lojas, ou no dia-a-dia mesmo. Estamos fazendo essa reunião atendendo a pedidos de lojistas do Centro, como também para traçar estratégias de segurança, trocar ideias e com isso poder minimizar possíveis problemas que podemos ter", informa o presidente da CDL, Carlos Alberto Lira.

O comandante do Policiamento Militar de Aracaju, tenente-coronel Vivaldy Cabral, informa que toda região do Centro da Cidade já vem sendo monitorada pela polícia. "Estamos analisando as maneiras de os comerciantes se protegerem, assim como as ações que são utilizadas pelos marginais", disse.

Segundo ele, na maioria das vezes, antes de executar a ação criminosa os marginais obeservam as lojas para detectarem as fragilidades do local e traçarem as estratégias para o assalto, ou roubo.

"A gente faz recomendações para que os próprios comerciantes saibam se proteger, reconhecer o meliante e como ele age. Na parte da polícia, o trabalho ostensivo vem sendo realizado tanto no policiamento motorizado, quanto no policiamento à pé", disse.

Festejos juninos

O tenente-coronel informou que algumas áreas da capital, como o Bairro 13 de Julho, Centro, entre outros, já tiveram o policiamento reforçado nesse mês de junho por causas das festas de São João. "Polciais que estão concluindo o curso de formação e estão no período de estágio estão reforçando a segurança nessas áreas", afirmou Vivaldy Cabral.

De acordo com ele, as pessoas que são mais distraídas geralmente são as maiores vítimas de ladrões de celulares. "São ações que acontecem com muita frequencia e a maioria delas é praticada por usuários de drogas e menores infratores", explicou. 

Por Moema Lopes

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