Maestro Carlos Magno é condenado a 42 anos de prisão

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As denúncias foram feitas no DAGV (Foto: Arquivo Infonet)

O maestro Carlos Magno fundador, gestor e professor do Instituto Canarinhos, foi condenado a 42 anos de prisão pelo Juizado da 11ª Vara Criminal pelo crime de estupro.

O advogado de defesa do maestro, Bruno Alexander informou ao Portal Infonet que a vítima é inocente. “Ele [Carlos Magno] alega inocência porque o réu não praticou nenhum crime alegado pelo Ministério Público como a prática do estupro e crime previstos no ECA”, afirma.

Assim que tomaram conhecimento da sentença, os advogados de Carlos Magno recorreram da decisão. O também advogado do maestro, Roosevelt Batista informou que ao interpor o recurso, foi questionado alguns pontos da decisão. “A sentença foi publicada segunda-feira. Na denúncia, a suposta vítima diz que não houve violência e nem grave ameaça. A sentença reconhece que as vítimas não relataram sofrer violência ou grave ameaça, mas a mesma sentença interpreta que houve ameaça e violência, então não há crime porque a denúncia tem que ser objetivada”, informa.

Ainda segundo Roosevelt Batista, as denúncias contra o maestro são inverídicas. “A sentença atribui a ele apenas ato libidinoso. As denúncias só ocorreram por uma desavença familiar e que teve uma má interpretação de cunho sexual, porque várias mães foram depor a favor dele”, diz.

Por enquanto, o maestro continua em liberdade até o julgamento do recurso.

Entenda

Carlos Magno foi alvo de acusação feita por famílias de duas adolescentes, com idade entre 16 e 17 anos, que seriam alunas do Instituto Canarinhos e que teriam sido vítimas de abuso sexual supostamente cometido pelo maestro. O caso foi registrado no Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) de Aracaju. O maestro foi denunciado pelo Ministério Público por estupro a vulnerável.

Por Aisla Vasconcelos

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