Magnésio metálico sergipano poderá ser exportado para o mundo

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Como resultado do desenvolvimento da primeira plataforma produtiva sob a coordenação da Fundação de Amparo à Pesquisa(FAP), o aproveitamento do magnésio metálico, a partir da carnalita, poderá começar a ser processado em Sergipe e exportado para todo o mundo na fabricação de automóveis e seus componentes.
Esta é a notícia dada pelo presidente da FAP, Jocelino Menezes, ao informar que na próxima sexta-feira (31), o governo do Estado reeberá da Companhia Vale do Rio Doce um projeto piloto para aproveitamento do mineral, após reunião realizada pelo governo de Sergipe com os integrantes da iniciativa privada.
O estudo feito pelos pesquisadores sergipanos aponta para o aproveitamento do magnésio, item considerado apto para substituição do alumínio na fabricação de automóveis e seus motores. De acordo com os primeiros levantamentos obtidos, o magnésio metálico, encontrado abundantemente em Sergipe, seria mais econômico, apresentando custo reduzido e qualidade superior ao alumínio em sua fabricação.
“A partir disso, mostramos a viabilidade do aproveitamento do magnésio em reunião realizada na sede da Vale do Rio Doce, no Rio de Janeiro, onde o governador Albano Franco, o secretário de Planejamento Marco Melo, toda diretoria da companhia e mais os representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia aprovaram o estudo, ficando posteriormente de se apresentar um projeto”, disse o presidente da FAP.
Como é detentora da única jazida do magnésio metálico, a Companhia Vale do Rio Doce se interessou pelos estudos e vai apresentar ao Estado o projeto para um melhor aproveitamento do mineral, que é originário da carnalita. Além desse componente, a Vale também já aproveita, em solo sergipano, o cloreto de potássio. A solenidade vai acontecer sexta-feira pela manhã na sede da Secretaria de Estado do Planejamento(Seplantec), inclusive com a participação do Ministério da Ciência e Tecnologia.

  

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