Moradores de Itaporanga estão sem água há uma semana

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Um vazamento na adutora que abastece o município de Itaporanga D’Ajuda tem trazido transtorno aos moradores da cidade. Desde o início do mês, os 30 mil habitantes do município estão sem água. Primeiro, a bomba que abastece o município quebrou, no Povoado Rio Fundo. Em seguida, a Companhia de Saneamento Básico de Sergipe (Deso) substituiu a bomba, que não conseguiu abastecer todo o município.

Na manhã desta sexta-feira, 29, o assessor de comunicação de Itaporanga D’Ajuda, Barroso Guimarães, afirmou em entrevista que desde o início da semana os moradores do município estão sem água. Segundo o assessor, mesmo com as fortes chuvas

que têm atingido o município, a situação ainda não se normalizou.

Chuvas impediram localizar vazamento

De acordo com Barroso Guimarães, um rompimento em um cano interrompeu o fornecimento de água. “O local estava totalmente alagado devido às águas da chuva. Esse tipo de problema já ocorre há muito tempo, e mesmo sendo um problema da Deso e do Governo do Estado, o prefeito do município (César Mandarino) já tomou providências. A bica que pertence à Prefeitura foi aberta e um funcionário da Prefeitura, munido de uma mangueira, foi colocado no Bairro Matadouro para ajudar a abastecer a população”, declara Barroso.

O assessor da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso),  Fernando Fontes, afirmou que a Deso encontrou dificuldades em sanar o problema devido ao alagamento da região por causa das chuvas. “Assim, houve uma dificuldade completa de localizar o vazamento d’água. Nossos funcionários estão fazendo o possível, e com todo o equipamento técnico disponível, para descobrir onde ocorreu o vazamento”, declara Fernando.

Serviços básicos devem retornar nesta sexta

Os serviços básicos do município, como hospitais, postos de saúde e escolas, que estavam interrompidos devido à falta de água, devem voltar ao normal a partir desta sexta-feira. Segundo o assessor do município, o vazamento já foi localizado e a Deso já se encontra no local para reparo da tubulação. “Foi preciso agir rápido, colocando carros-pipas para fornecer água aos hospitais, postos de saúde, maternidades e prédios públicos. Até o nosso comércio foi prejudicado”, diz Barroso.

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