Movimento Polícia Unida cobra adicional de periculosidade ao governo

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O protesto ocorreu através de um ‘adesivaço’ em frente ao Palácio dos Despachos, sede do governo estadual (Foto: Adepol)

Para os operadores de Segurança Pública, como policiais civis e militares, além dos bombeiros, a manhã desta segunda-feira, 26, foi marcada por mais uma agenda de mobilização. Segundo representantes das categorias, o intuito foi dá a largada para cobrar do Governo de Sergipe ações concretas que garantam o pagamento do adicional de periculosidade a todos os profissionais que integram o Movimento Polícia Unida, composto por nove entidades sindicais.

O protesto ocorreu através de um ‘adesivaço’ em frente ao Palácio dos Despachos, sede do governo estadual. “Estamos aqui para iniciar uma campanha em prol do adicional de periculosidade. Um direito consagrado constitucionalmente, que não vem sendo honrado no estado de Sergipe”, afirma o presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe  (Adepol), Isaque Cangussu.

Na visão dele, é preciso que haja uma regulamentação desse direito. “Queremos que o governador do Estado envie um projeto de lei à Assembleia Legislativa para que esse direito possa ter eficácia. . Não se trata de criar um direito novo. É um benefício que está previsto tanto na Constituição do Estado quanto na Constituição Federal”, avalia Cangussu.

Os manifestantes desejam um diálogo mais efetivo com o governador (Foto: Adepol)

Segundo o presidente do Sindicato dos Policias Civis (Sinpol), Adriano Bandeira, a ‘briga’ por esse direito é longa. “Desde a implementação do nosso subsídio, em 2014, que nós não temos esse direito garantido”, conta. “Nossa luta é por direitos! Direitos esses que estão garantidos pela Constituição Federal, mas que infelizmente em Sergipe não temos esse direito reconhecido”, acrescenta Bandeira.

Para o representante da Única Base Forte, Wil Guerreiro, o governador Belivaldo Chagas não tem se mostrado aberto a dialogar com a categoria. “Hoje o principal objetivo foi fazer o ‘adesivaço’. Mas iremos encaminhar um ofício solicitando uma reunião com o governador para que possamos falar sobre nossa pauta. Infelizmente ele ainda não ouviu a categoria ”, diz Will.

O Portal Infonet entrou em contato com o Governo de Sergipe. Mas até o fechamento desta matéria não obteve resposta. Estamos à disposição através do e-mail jornalismo@infonet.com.br

por João Paulo Schneider 

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