Movimentos sociais participarão de ato do Não Pago

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Militares de folga também participarão de manifestação (Foto: Arquivo Infonet)

Vários são os segmentos que confirmaram a participação da manifestação do Movimento Não Pago a ser realizada nesta quinta-feira, 20. Até policiais militares que estarão de folga estão orientados a participar da passeata que deverá ocorrer no final da tarde pelas principais ruas do centro da cidade. Em função da manifestação, algumas instituições mudaram o horário de funcionamento nesta quinta-feira, 20.

A Polícia Militar inverteu o horário do expediente. O horário normal do setor administrativo inicia às 7h, mas, excepcionalmente, o expediente será iniciado à tarde nesta quinta-feira. “Para garantir que todo o efetivo esteja de prontidão”, explicar o major Paulo César Paiva, chefe da 5ª seção da PM.

A Universidade Tiradentes também modificará o expediente e funcionará apenas até às 15h. A Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe (OAB/SE), também já confirmou presença ao ato. “A Ordem não só apoia, como também se fará presente através da Comissão de Direitos Humanos, de seus conselheiros, membros de Comissão, além de se colocar a disposição para intermediação com o Poder Público”, diz o presidente Carlos Augusto Monteiro.

Para José Firmo, coordenador do Fórum de Defesa da Grande Aracaju, a expectativa é que haja milhares de pessoas nas ruas nesta quinta-feira mostrando a indignação. “O Fórum vai estar presente com faixas para demonstrar a insatisfação com os encaminhamentos para aprovação do Plano Diretor e da política de mobilização urbana”, observa.

A presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Flávia Brasileiro, fará protesto e não participará do ato. Não por ser contra a manifestação, conforme explicou ao Portal Infonet, mas por não concordar com a interferência da classe política na manifestação. “Mas estamos orientando os filiados a participar”, diz.

O presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe, sargento Edgar Menezes, informou que os policiais militares que estarão de folga também deverão participar da manifestação. O chefe da 5ª Seção da PM, major Paulo César, garante que nenhum militar sofrerá retaliação ou punição por participar de forma pacífica da manifestação como cidadão comum.

Por Cássia Santana

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