Obra de reparo na ponte de Santa Rosa de Lima ainda não foi concluída

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Já se passou mais de um ano desde o anúncio da obra (Foto: Sedurbs)

Com a informação dada em março de 2020, a obra na ponte que liga os municípios sergipanos de Santa Rosa de Lima e Divina Pastora estava prevista para acontecer no prazo de seis meses, porém, após mais de um ano do comunicado da execução da obra, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), através de nota, informou ao Portal Infonet, que o  tráfego na ponte só deve ser liberado após serem feitos os devidos reparos estruturais que ainda não foram finalizados.

De acordo com a Sedurbs, uma empresa especializada foi designada para fazer uma inspeção na estrutura dos pilares da ponte para ter um parecer técnico e apresentar os resultados dos ensaios de pacometria e ultrassonografia realizados no local. O órgão também informou que esse trabalho foi feito paralelamente ao serviço de recuperação na cabeceira da ponte, que já foi concluído.  

A Sedurbs informou que a empresa que fez o laudo de avaliação da estrutura da ponte constatou que existem “degradações estruturais nos pilares, causadas pela idade desta edificação (20 anos) e agressividade do meio, como as enchentes”. Também foi recomendado pela empresa à Sedurbs “a recuperação e/ou reforço da estrutura para fins de restabelecer a confiabilidade de novo desempenho da ponte”. Por este motivo, a Sedubs informou que o tráfego no local só deve ser liberado após serem feitos os devidos reparos estruturais e/ou reforço na estrutura.

Entenda

O secretário da Sedurbs, Ubirajara Barreto, explicou, no dia 2 de março, que em razão das chuvas que assolaram o estado de Sergipe no mês de julho de 2019 e que danificou a ponte, foi solicitado ao Governo Federal recursos para a execução da obra de reparo que teria previsão de ser realizada em seis meses.

Limpeza de todas as estacas e a implementação de uma armadura ao redor da estrutura, além da utilização de dois gabiões, que são um tipo de estrutura armada, flexível, drenante e de grande durabilidade e resistência, além de obras complementares foram os serviços que seriam executados na ponte que foram anunciados pelo secretário da Sedurbs na época.

Por enquanto, com a interdição da ponte, o acesso a cidade pelo município vem sendo realizado por uma antiga estrada vicinal, que passa por dentro de uma fazenda e representa um desvio de cerca de 3 km para os habitantes que transitam pelo local.

Por Isabella Vieira e Aisla Vasconcelos

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