Obras da Rua 24 horas estão sendo finalizadas

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Obras da parte superior está em processo de finalização (Fotos: Portal Infonet)
As obras da Rua 24 horas, no centro de Aracaju, estão próximas de serem concluídas. No espaço funcionarão algumas lojas, lanchonetes e um Centro de Atendimento ao Cidadão (Ceac), em horário comercial. A conclusão da reforma está prevista para o início de dezembro deste ano.

Segundo o mestre de obras responsável pela reforma, Jalson dos Santos, a parte inferior do espaço comportará 14 lojas, lanchonetes e o antigo cinema Vitória. “No pavimento superior funcionará o Ceac, onde serão disponibilizados vários serviços como o Banese, Deso, Ipes, Detran, dentre outros”, explica.

Obras

O mestre de Obras, Jalson dos Santos, diz que reforma está bem organizada
Jalson conta que durante a reforma foi retirada a escada rolante e implantando um elevador. Além disso, em ambos os pavimentos foram colocados pisos de alta resistência e transformadores de energia com alta capacidade. “Está sendo feito tudo de maneira organizada. As paredes, por exemplo, eram cobertas por cerâmica e agora estão com massa raspada. O palco central também foi refeito, onde será colocada uma cobertura”, ressalta.

Ele acrescenta que o cinema Vitória também foi reformado, sendo colocados pisos de carpete.

Prazo

De acordo com o assessor de Comunicação da Secretaria de Estado da Infra-estrutura (Seinfra), Flávio Lima, o pavimento superior já está finalizado. “Já a parte térrea está sendo em

Reforma do pavimento superior já foi concluída
processo de conclusão. Estamos prevendo que a reforma esteja concluída já nos primeiros dias do mês de dezembro”, conclui o assessor.

Rua 24 Horas

Inaugurada em 1994, a Rua 24 Horas constituiu um centro comercial que interligava a praça Olímpio Campos à rua Laranjeiras. Em 2003, o espaço foi fechado com o intuito de ser transformado em um shopping. Entretanto, a proposta foi descartada e a rua deixou de funcionar. Em setembro de 2008, o Governo do Estado iniciou as obras de reforma do local.


Por Victor Hugo e Kátia Susanna

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