Oficina do Ator começa amanhã

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A partir deste sábado, dia 10, na Studium Danças, a Companhia de Teatro Stultífera Navis realiza a oficina de teatro “Anatomia do Ator”. Ministrada por Lindemberg Monteiro, diretor artístico da Companhia e idealizador de diversos projetos culturais em Sergipe – Rua da Cultura, Casa Laranja, dentre outros -, a oficina acontece das 16 às 18 horas, durante os próximos três meses. Quem deseja se profissionalizar nesta área, a oficina tem sido vista como um bom ponto de partida. Uma prova disto é que grande parte dos estudantes das turmas passadas já atua no mercado de trabalho. “Trabalharemos com textos clássicos do teatro grego, Shakespeare e brasileiro. Além disso, técnica vocal, conscientização corporal e espacial – com técnicas de domínio do espaço cênico -. A Oficina do Ator existe há quatro anos e nosso maior objetivo é aproveitar estes alunos para os próximos trabalhos, inclusive da própria Stultífera Navis”, diz Lindemberg. São apenas 20 inscrições, que podem ser feitas na própria escola de dança. Mais informações através dos telefones (0xx79) 214-3209 e 9978-4833. NOVIDADES – Em sua visita à sede da InfoNet, Lindemberg falou também dos novos projetos da Companhia, da Rua da Cultura e de outras novidades da área. Durante os meses de agosto e setembro tem “Clarices”, no Espaço Cultural Yázigi, que é uma peça baseada em contos e cartas de Clarice Lispector. “Dos quatro atores que participam desta peça, três vieram da última oficina. Em janeiro de 2005 ´Clarices´ segue em temporada no teatro da Fundição Progresso, no Rio de Janeiro”, informou Lindemberg. Sobre a Rua da Cultura, ele informou que o projeto tem continuidade este mês. Além disso, a próxima novidade será o Liquidifique-SE, uma mistura de várias tendências musicais, que irá acontecer próximo dia 24, no terraço do mercado Antônio Franco. “Fazer cultura não é montar um palco/palanque político. É preciso se realizar debates sobre política cultural. O artista não tem que receber mimo, mas sim condições de desenvolver projetos, principalmente de pesquisa. É preciso que se entenda que o artista tem que ser tratado como profissional. Na música, por exemplo, temos crescimento muito devido à nossa organização, à profissionalização”, argumentou Lindemberg.

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