Palanque Eletrônico: uma coluna política exclusivamente on-line

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A coluna exclusivamente on-line do jornalista Eugênio Nascimento – “Palanque Eletrônico” – está sendo acessada de diversas partes do mundo. Em entrevista ao Portal InfoNet, ele falou do sucesso que vem despertando internautas de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos, Canadá, Suíça, Espanha, dentre outros lugares. PORTAL INFONET – Fale um pouco desse sucesso que vem sendo o “Palanque Eletrônico” EUGÊNIO NASCIMENTO – A coluna vem recebendo visitantes de vários lugares. Tem gente inclusive que me envia e-mail pedindo que eu escreva de três a quatro vezes por semana. PI – Descreva um pouco sua biografia como jornalista EN – Eu trabalho com o jornalismo há 25 anos. Já passei pela Gazeta de Sergipe fazendo matérias gerais e em 1977 comecei a trabalhar com política. Nessa época, Ivan Valença era o editor chefe da Gazeta. Trabalhei no Informe GS; na Tribuna de Aracaju e Jornal de Sergipe. Na TV Sergipe fui editor do Bom Dia, no Sergipe Notícias – 2ª edição. Depois fui para a Central Globo de Produção de Notícias, onde era repórter e, paralelo a isso, trabalhei para a Folha de São Paulo. Trabalhei também na Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. Hoje trabalho no Centro Editorial e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe – UFS; na editoria política do Jornal da Cidade; na Agência de Notícias e agora no Portal de Osmário e no Portal Eleições 2002 da InfoNet. PI – Como é trabalhar com política e se manter imparcial? EN – Eu trabalho com política e sou filiado ao PT desde a sua fundação. Sempre tratei a profissão com independência em relação ao partido. Isso me deu credibilidade, porque ouço todo e qualquer segmento da política sergipana sem a preocupação de atingir ninguém pessoalmente. Eu converso com todos, do PPB ao PSTU, sem discriminação e de forma respeitosa, e é dessa forma que também sou respeitado. PI – Como você vê o atual cenário das Eleições 2002 em Sergipe? EN – Vejo essa eleição um tanto quanto problemática. João Alves está muito forte. Ele vem fazendo campanha há 4 anos, desde que perdeu as últimas eleições para Albano Franco. Ele consolidou suas bases e, dessa forma, está difícil dos outros candidatos tirarem esta diferença. Dutra e Rollemberg têm que correr muito para tirar essa diferença e, se houver empenho deles, pode até haver um segundo turno.

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