“Para me enfrentar, nunca pensei em outro candidato que não Marcelo Déda”

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Depois de passar por uma pequena intervenção cirúrgica, como ele mesmo define, o governador de Sergipe, João Alves Filho, comentou sobre o seu estado de saúde e as declarações dadas pelo prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, na última quinta-feira em entrevista ao programa “Fala Sergipe”, da rádio Atalaia AM.

“Eu estou bem de saúde. Estou animado e procurando uma morena para dançar com a licença de dona Maria do Carmo. O que aconteceu foi uma coisa simples, não precisava de tanto estardalhaço. Eu estava com uma dificuldade urinária, fui fazer os exames em São Paulo e o médico recomendou uma pequena intervenção cirúrgica. Me internei num dia e saí no outro”, explicou o governador, acrescentando estar estar com “saúde perfeita e pronto para trabalhar muito mais”.

Respondendo a declaração de Marcelo Déda, João Alves foi direto. “Eu quero dizer que, pelo que eu saiba, o PFL tem 20 anos de historia e até hoje nenhum pefelista foi pego escondendo dinheiro público na cueca.  O que está se vendo que é um desmoronamento moral do PT e do Governo Federal de uma forma que nunca se viu no país”, rebateu Alves. Com relação ao fato de o prefeito de Aracaju ter dito que a disputa que o povo quer ver em 2006 é Déda versus João, o governador mostrou-se tranqüilo.

“Suas palavras servem, para mim, de estímulo. Se ele já está certo de que eu vou ser o opositor dele, tudo bem. Eu acredito que a vida é feita de desafio e eu sempre tive vontade de ter um confronto eleitoral com a figura de Marcelo Déda, que está agora me desafiando publicamente”, comentou o governador.
João Alves, no entanto, fez questão de ressaltar que só estará preocupado com o pleito de 2006 a partir de junho  do ano que vem, mas acabou confessando que não escolheria outro nome para a disputa de 2006.

“Para me enfrentar, nunca pensei em outro candidato que não Marcelo Déda. Eu fico muito satisfeito em saber dessa fala dele. Se eu tivesse que escolher um opositor eu não escolheria outro que não fosse ele”, concluiu João Alves.

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