Passe livre intermunicipal é unificado

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Foto: Mário Sousa/Seinfra
Idosos e deficientes físicos usuários do transporte intermunicipal contam, agora, com um cartão unificado de passe livre. Para ambos, uma única carteira garante a gratuidade nas viagens. A nova medida da Diretoria de Transportes da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Ditransp) facilita o processo de confecção e agiliza a entrega do documento.

O coordenador do passe livre, Paulo César, afirma que o próximo passo da Seinfra é confeccionar as novas carteiras em material de PVC para melhorar a qualidade e aumentar a durabilidade. “No passado tínhamos ou sobrava carteirinhas ou faltava. Quando faltava era ruim porque atrapalhava o processo de entrega, uma vez que tinha solicitar a gráfica um novo lote, e quando sobravam ficavam velhas”.

Outro ponto ressaltado por Paulo César é que o novo modelo é mais difícil de falsificar devido ao design e facilita o trabalho da fiscalização. “Temos atualmente 23.289 cadastros. É um número grande e está crescendo cada vez mais. Para evitar a falsificação todo cuidado é pouco”.

A idosa Maise lima se orgulha ao dizer que as carteirinhas estão melhorando a vida dela. “Meu filho é deficiente e tem o passe. Tanto eu como ele estamos felizes porque precisamos muito, e o passe intermunicipal permite que a gente viaje para qualquer lugar. Eu gostei desse modelo novo, achei mais bonito e mais prático, também acho que sendo um só deve facilitar a vida de quem fiscaliza porque agora só tem que olhar a validade e a veracidade da carteirinha”.

O deficiente físico Gilvan Santos fica feliz em dizer que não esperou muito para adquirir a dele. “Melhorou 100%. A burocracia para deficiente é sempre maior, mas eu não tive que esperar muito para receber a minha. Acho que por ser um modelo único há facilidade em fazer”.
 
Como adquirir

O passe livre também pode ser requerido nas unidades do Ceac móvel e pelo programa Sergipe de Todos. Para se cadastrar, o idoso precisa ter idade superior a 65 anos, levar documentos de identidade, CPF, comprovante de residência e não ter a renda maior que dois salários mínimos. Já o deficiente necessita de um relatório médico atestando a deficiência, o qual será enviado ao Centro de Atenção a Saúde (Case/SE) para ser feita a perícia. Mais informações pelo telefone 3225-8200.

O programa do passe livre foi iniciado em Fevereiro de 2007 com aproximadamente 4.500 carteiras, hoje são 23.289, sendo 80% de pessoas idosas.

Fonte: ASN

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