PC apresenta pedreiro acusado de matar adolescente

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Pedreiro foi encontrado com várias lesões do corpo (Foto:Reprodução Portal Infonet)

Na manhã desta quarta-feira, 19, a Polícia Civil detalhou o crime que chocou os moradores de São Cristovão. O pedreiro Mário César Santos de Oliveira é apontado pela polícia como autor do crime que levou a morte da adolescente Laisa Santos Andrade, 16 anos, no município de São Cristovão.

O crime aconteceu no dia 6 de junho na casa da vítima quando o pedreiro estava trabalhando na residência. Testemunhas afirmam que viram o pedreiro entrar na residência no dia que a adolescente desapareceu. Segundo a delegada Jacyara Mendonça, o acusado mora vizinho a vítima e a família tinha uma relação de amizade com o pedreiro.

A delegada Jacyara Mendonça conta que há indícios que o pedreiro entrou na residência e teria abusado da adolescente. “Ele foi encontrado com várias lesões no corpo, a exemplo de arranhões no pescoço, o que mostra que houve uma luta corporal entre o agressor e a vítima”, detalha.

Delegada tenha como crime ocorreu

Ainda segundo a delegada, após o abuso o pedreiro matou a vítima e colocou o corpo em um saco preto em posição fetal amarrando os braços de modo que coubesse no saco. “Ele utilizava uma carroça para trabalhar e encontramos marcas de sangue na carroça e na corda encontrada no quintal da casa da vítima. Vizinhos também afirmam que ouviram gritos da adolescente”, afirma a delegada Jacyara.

O acusado negou que teria cometido o crime alegando ser inocente, mas a polícia afirma que não há dúvidas sobre a autoria do crime. O laudo do Instituto médico Legal (IML) ainda não foi concluído, mas as informações preliminares apontam que a adolescente morreu por asfixia mecânica. Segundo a delegada, a motivação do crime foi sexual.

Pedreiro nega as acusações (Foto: Reprodução)

Outros crimes

Mário César já tem passagem pela polícia por furto. Além disso, o pedreiro foi denunciado na Delegacia de Proteção à Criança e o Adolescente recentemente por causa de um estupro que aconteceu há cinco anos.

Por Adriana Freitas e Kátia Susanna

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