O governador João Alves Filho está na obrigação de cancelar tal contrato, por não ser nem ético, nem moralmente correto. É que se o “Diário Oficial” só circulou no dia de abertura da carta-convite, lógico que teria que haver prorrogação das matérias com prazo estipulado publicado pelo órgão. Há um outro aspecto: o SergipeTec ainda nem existe e já tem condições de arbitrar uma obra avaliada em mais de 55 milhões de reais? Por que esta obra não foi corretamente licitada pelo Departamento de Obras do Estado (Dehop)? Por que deixar de fora as empresas sergipanas? Por Ivan Valença
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