Polícia Civil de Sergipe ajuda a prender quadrilha formada por 20 traficantes

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Uma quadrilha formada por 20 tráficantes foi desarticulada na última sexta-feira, 16, em Alagoinhas, durante a Operação Maia, que contou com o apoio da polícia da Bolívia, do Mato Grosso do Sul e equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) de Sergipe. O comando da OPeração foida 2ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Alagoinhas). Segundo o delegado da (2ª Coorpin), Ricardo Brito, as investigações duraram nove meses até a prisão dos 20 traficantes. “A quadrilha recebia a droga da Bolívia, que chegava ao Brasil pelo Mato Grosso do Sul. De Alagoinhas, a droga era distribuida para Camaçari e Dias D”Ávila”, explica Brito.

O chefe da quadrilha, Marcelo Mendes Ferreira, natural de Mato Grosso do Sul, e o seu braço direito, Douglas dos Reis Silvas, e suas esposas, Karine Oliveira Campos e Veralúcia Lima, respectivamente, foram presos na última quarta-feira (14) em Aracaju, em uma ação de policiais do Cope e da Polícia Civil da Bahia.

Os outros dezeseis membros presos são Genildo Santos Silva, Alessandra Lima, Edivani Rodrigues Costa, Luis Carlos Freitas Macedo, Gilmar Lopes dos Santos, Josélia dos Santos Nascimento, Luis Mendes de Souza, Fábio José Gonçalves dos Santos, Rejaine Rocha de Cerqueira, Deise Silva e Silva, Danilo Rodrigues de Souza e outros dois menores de 16 anos, que prestaram depoimento e foram liberados. Os pais do chefe da quadrilha, Luis Carlos Alves Ferreira, Veralúcia Mendes Ferreira e a sua irmã, Patrícia Silva Ferreira também foram presos acusados de envolvimento no crime.

Com a quadrilha foram apreendidos cinco kg de cocaína, sete pistolas, dentre elas duas ponto 40, de uso restrito da polícia, duas espingardas, dois revolvéres calibre 38, R$ 3 mil e 300 em dinheiro, cinco automóveis, além de diveros eletrodomésticos e notebooks.

Todos os membros estão presos na 2ª Coorpin, em Alagoinhas. Segundo o delegado, Ricardo Brito, eles serão atuados por porte ilegal de armas, formação de quadrilha, tráfico de drogas. O chefe da quadrilha, Douglas dos Reis Silvas e Genildo Santos Silva são acusados ainda de homicídio. A polícia pediu à Justiça a quebra de sigilo de 11 contas bancárias usadas pelos integrantes da quadrilha.

Segundo o secretário da Segurança Pública, César Nunes, a quadrilha era muito bem articulada e eliminava integrantes de grupos rivais. “Não fosse o minucioso trabalho da polícia e  conseqüente prisão da quadrilha, o tráfico de drogas da região de Camaçari iria tomar proporções preocupantes e se espalhar por outros Estados”, afirmou.

Fonte: SSP/SE com informações da SSP/BA e Correio da Bahia

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