Polícia Unida: protesto na UFS cobra o pagamento da periculosidade

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Policiais e bombeiros protestam em evento da UFS (Foto: Sinpol)

Policiais e bombeiros civis, integrantes do Movimento Polícia Unida, fazem um ato na Universidade Federal de Sergipe (UFS), no campus de São Cristóvão, na manhã desta terça-feira, 28. As categorias cobram do Governo Estadual o pagamento do adicional de periculosidade.

O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, está em Sergipe para participar da inauguração do Prédio da Unidade Materno-Infantil e Atendimento do Hospital Universitário de Sergipe (HU/SE). Na terça-feira, 27, ao desembarcar no Estado, o ministro conversou com alguns integrantes do Movimento Polícia Unida e recebeu uma carta da categoria endereçada ao presidente da República, reiterando a luta dos policiais pelo pagamento do adicional de periculosidade.

Carta endereçado ao presidente foi entregue ao Ministro da Educação (Foto: Sinpol)

“Esse é mais um ato de escracho. Hoje o Governo inaugura a unidade Materno Infantil e fomos convidados pelo ministro da educação, que nos atendeu ontem no aeroporto, e nós estregamos uma carta solicitando a ele que faça a intervenção necessária junto ao Governador Belivaldo Chagas, que tem negada atenção e invisibilizando a segurança pública do estado de Sergipe”, afirma Adriano Bandeira, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol).

Governo

O Governo de Sergipe informou que já paga o adicional de periculosidade incorporado as gratificações dos policiais desde 2016. “Esses valores da periculosidade constavam nos contracheques até 2016. Em 2016 houve uma mudança do salário para subsídio. Pegou todas as gratificações e colocou no corpo do salário, entre elas, a gratificação de periculosidade, portanto, eles já recebem”, explica Givaldo Ricardo, superintendente de Comunicação do Governo.

O Governo informou ainda que há cerca de duas semanas reativou a mesa permanente de negociação na Secretaria de Planejamento. “A mesa já está instalada e é um espaço adequado para todas as categorias discutirem as suas reivindicações, inclusive, para o Movimento Polícia Unidade dialogar”, conclui Givaldo.

Por Karla Pinheiro

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