Postos de Lagarto devem se regularizar

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16 postos foram interditados na última segunda-feira, 11. (Fotos: arquivo/Portal Infonet)
Nesta quarta-feira, 13, um engenheiro contratado pelos donos de postos de lavagem de Lagarto deve se reunir com o presidente da Adema, Genival Nunes para discutir as adequações necessárias para que os estabelecimentos voltem a funcionar.

De acordo com o superintendente da Adema Genival Nunes, na semana passada o representante dos donos de postos de Lagarto havia procurado o órgão solicitando informações de obter o licenciamento para funcionar.

“Nós encontramos diversos erros nesses locais. Principalmente a questão dos diques, pois um dos maiores problemas é a mistura do óleo com a água que acaba voltando para os rios, deve haver um reservatório que separe esse óleo. Esse problema não acontece apenas em Lagarto, os municípios não poderiam dar a licença de autorização de funcionamento desses postos”, ressalta.

Genival destacou a disposição dos proprietários em se regularizar
Segundo Genival Nunes a Adema conseguiu importantes conquistas nos últimos anos. “Nós conseguimos uma revolução em relação às padarias, na questão das lenhas, para que deixem de ser utilizadas. Além disso, focamos as cerâmicas que também terão de se adequar, e agora pretendemos fazer a gestão junto aos postos de lavagem. Hoje teremos uma reunião com o representante dos postos para dar entrada nessa documentação o mais rápido possível”, acrescenta.

Fechamento

Na última segunda-feira, 11, por decisão do Ministério Público Estadual, 16 postos de lavagem de veículos foram interditados na cidade de Lagarto por não possuírem licença ambiental para funcionar. A medida foi tomada porque os estabelecimentos estão despejando água suja misturada com resíduos nos rios e nascentes do município, causando poluição.

Para voltarem a funcionar, os proprietários devem providenciar o mais rápido possível a licença do sistema de tratamento de água e resíduos na Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema). Isso além de licenças de operação de atividade, que devem ser liberadas pela Prefeitura de Lagarto, conforme explicou o promotor Antônio Leite.

Por Bruno Antunes

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