Prisão equivocada pode gerar processo contra o Estado

Atendimento no IML continua precário
A professora Maria Sales é uma das três mães que irão processar o Estado pela detenção equivocada de seus filhos, segundo elas. Os jovens teriam passado cinco horas na Delegacia Plantonista da Zona Sul, algemados e sendo agredidos física e psicologicamente.

A prisão destes adolescentes ocorreu no último dia 20, sob alegação de vandalismo nas proximidades de um colégio particular de Aracaju. “O erro já começa daí. Primeiro deram entrevista falando que era furto, depois disseram que era vandalismo”, contou Maria.

A mãe ainda realçou que alguns dos jovens estudavam em colégios particulares, e que apenas estavam aguardando suas namoradas na frente do colégio onde ocorreu a ação policial. “Eles falaram que todos estudavam na mesma escola pública. Isso é mentira”, afirmou.

Atraso na perícia

Para comprovar os maus tratos recebidos pelos filhos na delegacia, as genitoras procuraram o Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo delito. Desde a quinta-feira passada, 21, elas vão ao órgão e voltam sem o diagnóstico, devido à falta de médicos legistas no local.

Portal Infonet no WhatsApp
Receba no celular notícias de Sergipe
Acesse o link abaixo, ou escanei o QRCODE, para ter acesso a variados conteúdos.
https://whatsapp.com/channel/
0029Va6S7EtDJ6H43
FcFzQ0B

Comentários

Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso portal. Ao clicar em concordar, você estará de acordo com o uso conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Concordar Leia mais