Projeto internacional capacitará pescadoras em Socorro

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Mulheres da pesca em Socorro serão beneficiadas (Foto Ilustrativa)
O representante no Brasil da Associação do Colleges Comunitário do Canadá (ACCC), Yannick Cabassu, está em Aracaju tratando de futuro convênio entre o Instituto Federal de Sergipe (IFS) com o Canadá, que irá capacitar 45 mulheres que trabalham com pesca no povoado Taiçoca de Fora, em Nossa Senhora do Socorro, Grande Aracaju. A iniciativa está ligada ao Projeto Mulheres Mil que é executado em Sergipe pelo IFS.

Nesta terça-feira, 10, Yannick Cabassu participa de uma reunião, às 9 h, na prefeitura de Socorro, com gestores do Instituto Federal de Sergipe e o prefeito Fábio Henrique. Após o encontro, ele visitará a Taiçoca de Fora para identificação de variáveis para a AACC. Já à tarde, às 14h30, participará de reunião, na localidade chamada Arraial da Taiçoca de Fora, com as alunas da segunda turma do projeto Mulheres Mil em Sergipe.

Entre as exigências para ingresso no programa está o envolvimento com a pesca local (catado de marisco e/ou a pesca direta); elevação de escolaridade; possuir filhos; morar na localidade de Taiçoca; além de estar disponível para estudar três dias no povoado e dois no Campus Aracaju do IFS.

No Brasil, o projeto é implementado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação a partir de um convênio com o governo canadense, que é representado pela Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA/ACDI) e a Associação do Colleges Comunitário do Canadá (ACCC).

A ação está sendo desenvolvida pelos institutos federais dos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins. Além de promover a profissionalização das mulheres, o projeto vai viabilizar o acesso à formação cidadã. A meta é contribuir com as necessidades mais urgentes das comunidades atendidas.

O objetivo é que o Mulheres Mil se transforme em uma política pública a ser implementada em todas as Instituições Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFETs) do País, ampliando a oferta para as mulheres desfavorecidas do Brasil.

Fonte: Ascom/IFS

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