Promotora condena decisão do TJ de soltar farmacêutica

0

O ministério Público Estadual deve entrar com recursos especial junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão do Tribunal de Justiça de conceder habbeas corpus à farmacêutica Priscila Rodrigues Ordonez. Ela está sendo acusada de fraudar uma série de exames de DNA feitos a pedido do MPE e responde pelos crimes de estelionato e falsificação de documentos.

A promotora Ana Cristina Brandi, em entrevista à Rádio Jornal na manhã de hoje, 19, considerou a decisão do TJ “lamentável”. “Para mim é um perigo a Priscila estar solta. Como ela não é daqui existe a possibilidade dela sair do Estado. Ela não pode viajar, mas como é que vamos saber se ela viajou ou não?”, questiona.

De acordo com o parecer dos desembargadores, a acusada não representa perigo à sociedade e entende que sua liberdade não irá influenciar na apuração dos fatos, já que todas as testemunhas de acusação já foram ouvidas.

C
omo os órgãos do poder judiciário entram em recesso a partir desta quinta-feira, 20, os promotores só poderão dar entrada no recursos contra a decisão do TJ no dia 2 de janeiro. 

Comentários

Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso portal. Ao clicar em concordar, você estará de acordo com o uso conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Concordar Leia mais