Reviver irá apurar perseguição a servidores

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Denúncia de perseguição foi feita por funionários (Foto: Arquivo Infonet/Cássia Santana)

Após denúncias de uma suposta perseguição a trabalhadores, por parte da empresa Reviver Administração Prisional Privada, um inquérito foi instaurado e um relatório será elaborado para explicar a punição dada a um dos trabalhadores que atua no Presídio Advogado Antônio Jacinto Filho (COMPAJAF).

A denúncia partiu dos dirigentes sindicais que participaram da luta pelo pagamento do adicional de periculosidade e valorização dos agentes disciplinares penitenciários que trabalham no COMPAJAF.

De acordo com a gerente jurídica da Reviver em Sergipe, Sandra Melo, o diretor do sindicato Amarílio Nonato, suspenso de suas atividades por supostamente ter cometido uma falta grave, será ouvido na próxima sexta-feira, 16. “Já iniciamos o processo e nesta sexta-feira, o funcionário Amarílio será ouvido para finalizarmos o inquérito”, explica.

O presidente do Sindicato dos Agentes Disciplinares Penitenciários de Sergipe (Sintradispen/SE), Antônio Luiz Oliveira Santos, garante que as supostas perseguições começam após uma mobilização dos funcionários por melhores condições de trabalho.

Ainda segundo o sindicalista, as negociações não avançaram e a categoria se reunirá em uma nova assembleia para discutir os rumos do movimento trabalhista. “A gente vai marcar uma nova assembleia para ainda este mês. A gente continua mobilizado, mas trabalhando”, diz.

Compajaf

A gerente jurídica da Reviver, Sandra Melo, voltou a ressaltar que não houve perseguição aos funcionários e que a empresa Reviver está aberta para discutir com a categoria.

Entenda

No último dia 7 de maio, os agentes disciplinares penitenciários realizaram uma paralisação de advertência, pedindo os 30% referente ao adicional de periculosidade, horas reduzidas noturnas, descanso durante o plantão, repouso do período de alimentação e o pagamento de hora extra durante os feriados.

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